domingo, 28 de novembro de 2010

Estudante cria conceito de carro do futuro

O futuro parece mesmo pertencer aos carros compactos, inteligentes e sustentáveis. Prova disso é esse conceito apresentado pelo estudante de design canadense, Alexei Mikhailov. O VW Pholeum une a tecnologia de combustíveis limpos, um design arrojado e tamanho e funcionalidades adaptadas para as cidades.

Segundo o dono do projeto, a inspiração para o conceito surgiu a partir da ideia de cidades vistas como sistemas vivos, e as pessoas como os nutrientes capazes de mover esse sistema. Os carros, por sua vez, seriam os tecidos capazes de transportar esses nutrientes aos locais onde fossem necessários.


Apesar de a teoria ser bem subjetiva, o carro traz propostas bastante reais para um futuro de mobilidade cada vez mais individual e inteligente. Para começar, o veículo é capaz de acomodar apenas um passageiro, o que torna seu espaço bastante reduzido – ideal para a falta de espaço nas grandes cidades.


As rodas externas, além de criar um visual futurista, ajudam a evitar solavancos e permitem um giro de 360º – uma ajuda para as pessoas que sofrem com manobras e balizas. Os pneus ainda são feitos de borracha biodegradável, totalmente reciclável e reaproveitável.



O interior do carro possui um visual minimalista e os botões de controle, como os de combustível e freios, estão localizados perto do volante – uma simulação de um joystick, ferramenta comum para a geração que irá dirigir esse modelo de carro.
A parte mais interessante do conceito, porém, é a sua tecnologia. O painel de plástico utilizado na carroceria do carro permitirá que, em caso de colisão, o material retorne à sua forma original depois de amassar. Bastará aquecer o local da mossa ou do aranhão para que o plástico retorne ao seu formato original. Esse mesmo material poderá ainda ser reciclado ou remodelado, caso o dano seja irreversível. Já o chassi do veículo será feito com ligas de alumínio em forma de favos de mel, o que garante em um menor peso e maior resistência.
A tecnologia utilizada no carro transformará células de hidrogênio em combustível capaz de alimentar os motores elétricos presentes em cada uma das rodas. Os quatro motores individuais permitirão maior autonomia de energia e servirão como geradores de eletricidade a partir das frenagens realizadas pelo motorista.
Achou muito? Para o criador da proposta, essas características tornam o conceito um modelo ideal de carro para o futuro. “Estas tecnologias como um todo e suas aplicações hipotéticas ajudam a tornar esse conceito um modelo ambientalmente sustentável e serve como uma base para uma solução global no mundo automotivo”, conclui.


Agência da ONU aprova carregador universal de celulares

Carregadores universais vão gastar menos energia, reduzir emissões de gases de efeito estufa e evitar lixo eletrônico/Foto: onggon








A GSMA, entidade que representa a indústria de telefonia celular no padrão GSM (o mais comum no mundo), calcula que o novo aparelho ajudará na redução dos gases que causam o efeito estufa em mais de 13 toneladas. Um carregador de celulares que poderá ser usado em qualquer modelo de aparelho foi aprovado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), a agência da ONU que regula o setor.

Atualmente, a maioria dos carregadores só pode ser usada em marca específica de celular, e os usuários tendem a trocá-los quando trocam de telefone. Calcula-se que anualmente cerca de 51 mil toneladas de carregadores são jogados fora todos os anos. Os novos carregadores, além de ajudarem a acabar com esse desperdício, devem ser mais econômicos e ainda ajudar a diminuir a poluição.

Efeito estufa

A GSMA, entidade que representa a indústria de telefonia celular no padrão GSM (o mais comum no mundo), calcula que o novo aparelho ajudará na redução dos gases que causam o efeito estufa em mais de 13 toneladas. ”Carregadores universais são uma saída de bom senso que espero ver aplicada em outras áreas”, disse Malcolm Johnson, diretor do escritório de padronização de telecomunicações da UIT.

O aparelho tem uma porta USB, usando tecnologia similar a usada em máquinas fotográficas digitais. Os fabricantes não vão ser obrigados a adotar o carregador, mas a agência da ONU diz que alguns já disseram que concordam com a mudança. ”Planejamos lançar o carregador universal internacionalmente no primeiro semestre de 2010″, disse Aldo Liguori, porta-voz da Sony Ericsson.

Fonte: http://blog.eco4planet.com/2009/10/agencia-da-onu-aprova-carregador-universal-de-celulares/

Ford Fusion com motor elétrico

A Ford é a segunda fabricante a trazer um carro híbrido, que combina motor a gasolina e elétrico, ao Brasil. Para estrear a tecnologia 'verde' em território nacional, a marca escolheu o sedã de luxo Fusion, modelo consagrado nos Estados Unidos e por aqui, mercado que ele lidera com folga. A novidade já está nas lojas, em uma única versão, por R$ 133.900, o que faz do sedã, por enquanto, a opção híbrida mais "em conta" no país. O Mercedes-Benz S400 Hybrid, vendido desde maio deste ano, custa US$ 253 mil -pela faixa de preço, não é concorrente direto do Fusion. O novo modelo rivaliza com outros sedãs de luxo de mesmo porte (veja tabela abaixo), mas sem a mesma tecnologia.

Apesar de ser mais viável, a versão ecológica custa R$ 48.740 a mais do que o modelo de entrada, oferecido por R$ 85.160, e é R$ 26.540 mais cara que a configuração V6, que traz motor mais potente a combustão e pacote de série próximo ao do Hybrid. Diferente da opção convencional, há o motor e um gerador elétrico, uma bateria de níquel metal, localizada atrás do banco traseiro do carro, uma nova transmissão automática continuamente variável, ar-condicionado elétrico, sistema de integração e airbag para joelho do motorista, num total de sete bolsas infláveis.

O motor 2.5 da versão híbrida é irmão do que equipa o modelo somente a gasolina, mas tem menos potência (são 158 cavalos ante os 173 cv do bloco convencional) e torque menor (18,04 kgfm, contra 22,9 kgfm). No entanto, no uso combinado com o propulsor elétrico, o carro pode atingir 193 cv de potência que, segundo a fabricante, permitem a aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 9,1 segundos, o mesmo desempenho de um Mini Cooper, que é equipado com motor 1.6 de 120 cv, mas pesa 547 kg a menos.

O isolamento acústico também sofreu alterações e está melhor. Ao girar a chave, a ausência de barulho dá a sensação de estarmos a bordo de um veículo totalmente elétrico. O condutor só tem certeza que o carro está ligado por causa do ponteiro do conta-giros, que "dá" sinal de boas-vindas, e o sistema de interação, apelidado pela Ford de SmartGauge, que mostra a carga da bateria e qual propulsor está trabalhando. Durante a condução, o motorista pode medir sua eficiência por um gráfico localizado em uma tela de 4.3 polegadas, no canto esquerdo do quadro de instrumentos. Quanto mais folhas surgem na tela, mais econômica está sendo a viagem.

Ao sair com o veículo, entra em ação apenas o propulsor elétrico, que pode conduzir o carro até os 75 km/h. É o motorista quem dá o aval para o motor a combustão entrar em ação, de acordo com a intensidade da pisada no acelerador. A força na frenagem também influencia diretamente no sistema híbrido do Fusion, já que os freios são regenerativos e recuperam até 94% da energia gasta para recarregar as baterias. A carga é feita também pela energia resultante do processo de combustão do motor a gasolina. Ou seja, dispensa o uso de tomadas.
De acordo com a fabricante, o consumo de combustível do Hybrid é de 18,4 km/l na estrada e 16,4 km/l na cidade. O gasto é 9% inferior ao do Ford Ka 1.0 (19 km/l e 15 km/l) e até 52% menor do que o Fusion convencional, segundo os dados da fabricante. Além do motor elétrico, os números devem ser atribuídos à nova caixa CVT que comanda as trocas do motor elétrico e a combustão de forma eficaz e mais macia, quase imperceptível.

Mesmo com a redução considerável no gasto com combustível, o Fusion Hybrid ainda pesa no bolso. A marca sabe que isso vai pesar na decisão de compra do consumidor e aposta suas fichas em pessoas que pagam qualquer preço por novas tecnologias e empresas que levantam a bandeira da sustentabilidade.

Fontes:

> http://estadao.br.msn.com/video/default.aspx?cp-documentid=dbc6b579-3d57-48f7-b2a8-7d9e51e3d10d

> http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/11/primeiras-impressoes-ford-fusion-hybrid.html

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

EcoRock: o drywall repaginado!


Você sabe o que é drywall? Mesmo que não saiba, o drywall é um dos maiores responsáveis por gerar CO2 (gás do efeito estufa) no planeta, ficando atrás só de cimento e aço. A produção deste material gera 200 milhões de toneladas de gás carbônico!

O dry wall é uma tecnologia que substitui as vedações internas convencionais (paredes, tetos e revestimentos) de edifícios de quaisquer tipos, consistindo de chapas de gesso aparafusadas em estruturas de perfis de aço galvanizado. (wikipédia)

Mas como sempre tem solução pra tudo, uma empresa já está em ampla produção do produto com material reciclado. É o EcoRock, feito de 85% de subprodutos industriais e totalmente reciclável.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/11/ecorock-reforme-sua-casa-sem-gastar-o-meio-ambiente/

Design aliado à sustentabilidade = Móveis biodegradáveis


O designer industrial Emiliano Godoy é conhecido por trabalhar pensando na sustentabilidade. Foi nessa linha que o mexicano fez um sofá, uma lixeira e um biombo biodegradáveis.

As peças são feitas de madeira compensada e, na montagem, amarradas com cordas de algodão. Elas também são estáveis e adaptáveis a irregularidades no solo.

A parte sustentável é que, quando atingirem o final da sua vida útil, pode-se ou enterrar os móveis, que entrarão em um processo de decomposição, ou retirar as linhas de algodão e fazer um objeto completamente novo, de acordo com a imaginação de cada um.

Este é um modo diferente de reaproveitar a mobília que seria jogada em lixões se não fossem as duas opções.

Godoy foi um dos designers eleitos da O2 Magazine dos “50 eco-campiães mais importantes da atualidade”.



Fonte: http://www.pirwi.com/ , http://blog.eco4planet.com/2010/11/designer-cria-mobilia-biodegradavel/#more-9259

Energia "limpa"

O que acontece quando uma fábrica de laticínios chinesa pega o excremento de 60.000 das suas 250.000 vacas e o converte em eletricidade? Eles geram 5,66 megawatts de energia, o suficiente para abastecer, em média, quase 26.000 lares brasileiros.

De acordo com o site Technology Review, a Huishan Dairy criou um conversor de metano mais que dez vezes maior que os conversores comuns. Movido por quatro dos motores da GE (a foto acima mostra um deles), o conversor obtém metano fermentando o estrume da vaca e transformando-o em energia. A PopSci resume bem a ciência por trás do conversor, que envolve processos como hidrodessulfurização e digestão anaeróbica.

Mas o interessante aqui é que o tamanho do conversor pode ser economicamente mais interessante para as grandes fábricas americanas de laticínios. Pelo menos nos EUA, a conversão de metano gera naquele país inteiro apenas 2 megawatts de energia, e só é usado por 1% das fazendas. E considerando que a fábrica na China poderia reduzir suas emissões de carbono em mais de 180.000 toneladas, com certeza quem gosta do meio ambiente vai apoiar.


Fonte: http://gizmodo.com.br/conteudo/fabrica-de-laticinios-chinesa-criou-maior-maquina-do-mundo-para-transformar-estrume-em-energia

Plante árvores com o mouse na mão!


Se você é daqueles que se preocupam com questões socioambientais, mas acha muito trabalhoso pôr em prática medidas que minimizem seus impactos no meio ambiente, ou mesmo não tem tempo para tanto, agora não há mais desculpas para não fazer sua parte: você pode dar sua contribuição através de busca pela internet!

O eco4planet é um portal de tecno-ecologia, como eles mesmo se definem em seu site, que oferece buscas pelo Google. Bom, até aqui não há nenhuma novidade. A grande sacada ambiental do portal é que a cada 50 mil acessos, uma árvore é plantada!

No site existem dois contadores: um que indica o número de árvores plantadas até o momento (atualmente são 385) e outro regressivo, que mostra quantos acessos faltam para que a próxima árvore seja plantada.

Além disso, o site busca ser ecológico até mesmo no seu visual: ele usa a cor preta de fundo para reduzir gastos com energia dos monitores.



Fonte: http://www.eco4planet.com/pt/

Embalagem de DVD substitui o plástico pelo papelão

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100% reciclável, a embalagem não leva plástico - ao contrário das tradicionais/Fotos: Divulgação
Designers da agência londrina Julia criaram um produto capaz de substituir o plástico por materiais mais sustentáveis sem perder a eficiência e utilidade. O cliente foi a produtora de vídeo Nexus, que trocou os cases dos seus DVD’s feitos de plástico por modelos de papelão reciclável.
As embalagens foram inspiradas nas versões originais de plástico, a diferença é que essas utilizam papel 100% reciclável no seu lugar. Outra vantagem do produto é sua multifuncionalidade. Além de case para DVD, o material pode ser utilizado como um envelope.
“Nós queríamos criar alguma coisa muito mais sustentável que a capa tradicional de plástico e tivemos a ideia de uma embalagem de papelão multifuncional 100% reciclável, inspirados na linguagem visual e na funcionalidade das embalagens de transporte”, afirmou o diretor de criação da Nexus, Beccy McCray.
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Além de case para DVD, a embalagem pode ser usada também como envelope
Além de poder ser reciclado, o case não é tão agressivo quanto o semelhante de plástico, que utiliza matérias-primas como o petróleo na sua composição. Além disso, esse material pode levar mais de um século para se decompor, enquanto que a decomposição do papel leva apenas alguns meses.
Apesar das vantagens ambientais, o produto não é tão resistente quanto o feito com plástico, não sendo a melhor opção para quem pretende guardar o DVD por muito tempo. Ainda assim, é uma boa opção para materiais de divulgação ou para os colecionadores mais cuidadosos.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/embalagem-de-dvd-substitui-o-plastico-pelo-papelao

Projeto de reciclagem institui “moeda verde” e arrecada 40 mil garrafas PET

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Em Uberlândia (MG), garrafas PET podem ser trocadas pelos "reciclacards" - usados para comprar utensílios recicláveis/Foto: André Felipe
O conceito de sustentabilidade conhecido como green is green (verde é verde) ganhou fama mundialmente por meio de Jeffrey Immelt, CEO da General Eletric. Em um aspecto macro, o executivo propõe às empresas que invistam em práticas ecologicamente corretas – segundo ele, mais associadas aos lucros financeiros do que se possa imaginar. Mas um projeto implantado na região do Triângulo Mineiro mostra que tal filosofia também tem lugar em modelos mais simples de organização. Nesse caso, as cifras não são milionárias, mas todos saem ganhando.
Sob o nome de Recicla Cerrado, o projeto desenvolvido pelo Instituto Ipê Cultural em parceria com o Duma Auto Posto, na cidade de Uberlândia (MG), já conseguiu arrecadar cerca de 40 mil garrafas PET em apenas dois meses de lançado. No local onde são comercializados combustíveis, também foram recolhidos materiais possíveis de serem reutilizados, a exemplo do papel, metal e vidro. Mas o diferencial da iniciativa é uma “moeda verde” que atende pelo nome de “reciclacard”.
“Cada garrafa PET equivale a um reciclacard. De acordo com a quantidade de pontos contabilizados, as pessoas podem trocá-los por vários produtos, como abajures, pufes, mandalas, vassouras, bolsas, dentre outros, tendo como matéria-prima o plástico da garrafa reciclado”, explicou Antônio Pedro, diretor do Instituto Ipê. Segundo ele, 500 garrafas plásticas são arrecadadas diariamente.
 vasos de flores s� feitos com material pet como mat�ia-prima
Vasos de flores são criados a partir de material PET/Foto: Gabrielle Andrade

Artesãos
Mas de onde vem a mão-de-obra dos utensílios trocados pelos reciclacards? A resposta inclui tanto os aterros sanitários como as ruas de Uberlândia. É que há seis meses, o Instituto Ipê Cultural criou a Oficina de Reciclagem, curso com duração de sete meses e carga diária de oito horas, ministrado por Otávio Oliveira, designer da grife Viva Gaia, juntamente com a artista plástica Adriana Honório. O objetivo é capacitar os catadores de materiais recicláveis, a fim de também fazê-los artesãos.
A oficina é realizada na sede da Associação dos Recicladores e Catadores Autônomos (Arca). Alguns dos aspirantes a “artistas do plástico” já deixaram de procurar lixo nas ruas e dedicam-se exclusivamente ao curso. Outros permanecem com o antigo trabalho, mas agora aprendem a desenvolver suas criatividades, além de ganharem conhecimento para, quem sabe, investir em um próprio negócio, tornando-se empreendedores. Eles ganham uma bolsa-auxílio do Instituto Ipê Cultural, para não abandonarem as aulas devido aos custos de alimentação e transporte.
Esta iniciativa conta com o apoio da prefeitura de Uberlândia, Cooperativa dos Catadores do Lixo de Uberlândia (Coru) e da Arca, e atua como extensão do Projeto Animais do Cerrado - conhecido por sua coleção de camisetas desenvolvida sob os conceitos de sustentabilidade e que tem o PET reciclado como matéria-prima.
Ponto de troca: O Duma Auto Posto fica na Rua Tupaciguara, na esquina com a Cesário Alvim, nº 600. Aparecida, Uberlândia (MG).

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/projeto-de-reciclagem-institui-201cmoeda-verde201d

Samsung e Sprint lançam celular reciclável feito com bioplastico de milho

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O aparelho é feito com bioplástico e é 80% reciclável/Fotos: Divulgação
Mais um produto sustentável deve entrar no mercado em breve. É o Reclaim, novo celular da Samsung, em parceria com a Sprint. O aparelho é 80% reciclável e feito de bioplástico de milho.
Para garantir ainda menos impacto ao meio ambiente, a empresa também eliminou os manuais de papel e optou por embalagens feitas com papel reciclado e impressas com tintas a base de óleo.
Para completar, os responsáveis pelo produto anunciaram que a cada aparelho vendido será doada uma quantia de US$2,00 para o programa Adote um Acre, do Nature Conservancy.
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As embalagens são de papel reciclado e não possuem manual
O aparelho oferece diversas funções, como acesso a e-mail, Facebook e YouTube, navegação com GPS e câmera de 2.0 megapixel. Pelo menu do Reclaim também é possível acessar a conteúdos como o Guia Verde, o Glossário Verde da Discovery e o site All Things Green.
A Samsung informou que o aparelho ainda não foi lançado no Brasil e que não há previsão de quando ele será comercializado. A empresa disse ainda que, por enquanto, o celular está sendo produzido apenas da Coréia.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/samsung-e-sprint-lancam-celular-reciclavel-feito