quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Designers criam cozinha auto-sustentável

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A água que escorre da louça rega as hortaliças e temperos que estão localizados bem abaixo do escorredor. As sobras dos vegetais, por sua vez, acabam na composteira que fica acoplada à pia. O composto, depois de pronto, serve como adubo para as plantas, iniciando o ciclo novamente. Essa é apenas uma etapa dessa cozinha totalmente interligada e sustentável.
Desenvolvido pelo estúdio americano Gorm, a Flow2 possui mecanismo conectados que evitam o desperdício e o gasto de energia e reutilizam seus próprios resíduos como matérias-primas para seu funcionamento.
Os criadores a chamam de “cozinha viva” e não é para menos. Na Flow, natureza e tecnologia estão integradas de forma simbiótica, já que um processo se conecta a outro em um ciclo natural, utilizando de forma eficiente energia, resíduos, água e outros recursos naturais.
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Mais do que apenas um espaço para preparar comida, a cozinha é uma representação prática dos ciclos da natureza – a comida cresce, é armazenada, consumida, compostada e transformada novamente em alimento.
As partes da cozinha podem ser utilizadas separadamente, mas se tornam mais eficientes se forem usadas dentro de um grande sistema. Funciona da seguinte forma: um escorredor é posicionado no alto para que, além de economizar espaço, a água da louça caia nas plantas, hortaliças e temperos plantados em vasos posicionados bem abaixo.
No balcão, uma mini-geladeira resfriada a partir da evaporação da água mantém alimentos, como verduras, ovos, queijo e manteiga (que não precisam de temperaturas muito baixas), conservados. Ele funciona graças a seu sistema de paredes duplas, cheias de água – o processo de evaporação diminui naturalmente a temperatura dentro do compartimento e reduz a necessidade de uma geladeira muito grande.
cozinha-3.jpgOs compartimentos são feitos de argila, o que ajuda na conservação dos alimentos graças à sua porosidade. Com isso, cebolas, alhos, grãos, ervas e outros alimentos são conservados por mais tempo, reduzindo o consumo e a perda desses alimentos. As tampas ainda podem servir como apoio para corte ou bandeja.
Outro destaque da cozinha é o seu sistema de reaproveitamento do lixo orgânico. Segundo os criadores do Flow2, 40% do lixo doméstico pode ser compostado, por isso, eles instalaram uma composteira integrada à pia.
Dessa forma, após preparar as refeições, o usuário pode jogar toda a sobra orgânica na abertura da bancada. O resíduo vai cair na composteira e, quando estiver pronto (em cerca de suas semanas), poderá ser utilizado para nutrir as plantas de baixo do escorredor. Outros materiais orgânicos, como jornais e papel, também podem ir para o compartimento.
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O gaveteiro também permite que copos, pratos, talheres e demais utensílios domésticos sejam armazenados sem gastar muito espaço nem consumir muita matéria-prima. Para agradar as cozinheiras de plantão, o suporte do fogão tem o formato de flores e sua área ampla facilita o manuseio de panelas e afins.
A cozinha ainda é um protótipo e está em exposição até o dia 31 de outubro no Museu de Artesanato Contemporâneo, em Oregon, nos Estados Unidos. Ela faz parte da exibição Call and Response e seus criadores não informaram se ela será comercializada.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/designers-criam-cozinha-auto-sustentavel

Empresa desenvolve cimento que “sequestra” carbono

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O cimento é feito com cânhamo, cal e água/Fotos: Inhabitat
Considerado vilão da construção civil e responsável pela emissão de toneladas de CO2 na atmosfera, o concreto pode agora ajudar a reduzir os gases do efeito estufa presentes no ar. O responsável é o Hemcrete, um tipo de concreto que mistura materiais naturais como cânhamo, cal e água e, segundo seus produtores, não apenas neutraliza como também sequestra mais carbono do que produz, deixando um saldo positivo no ar.
O produto, desenvolvido e comercializado na Europa, é fabricado pela Tradical e deve desembarcar ainda esse ano nos Estados Unidos sob forte esquema de fiscalização e um custo bastante salgado. A causa disso tudo, é um dos materiais presentes no cimento – o cânhamo, uma fibra extraída da planta Cannabis.
Apesar de serem da mesma família, o cânhamo possui um teor de THC muito inferior ao da maconha. Ainda assim, sua produção é proibida em muitos países e os que toleram seu cultivo (como China, Canadá e alguns países da Europa), o fazem de forma estritamente controlada.
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O cânhamo, fibra extraída da planta Cannabis, sequestra o carbono durante seu crescimento
Solução ao concreto
Segundo dados do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), para cada tonelada de cimento produzido sobra para a atmosfera 1 t de CO2. Os dados ainda afirmam que a indústria cimenteira é responsável por 7% das emissões de gás carbônico no mundo.
A proposta da Hemcrete é fazer um trabalho melhor e menos agressivo que o concreto tradicional. Os seus fabricantes garantem que o material, que pode ser utilizado em diversas etapas da construção, desde isolamento de telhados até a pavimentação do local, é impermeável, à prova de fogo, bom isolante térmico, não apodrece (quando usado acima do solo) e é totalmente reciclável.
Os benefícios ambientais estariam no saldo de gases emitidos ao longo de todo o processo de cultivo, fabricação e utilização do produto. Segundo os produtores, o Hemcrete é capaz de absorver 110 kg de CO2 por cada m3 de parede construída – tudo graças à planta, que sequestra o gás durante seu crescimento. Eles ainda afirmam que, em caso de demolição, o material pode ser utilizado como fertilizante.
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O material pode ser usado em diversas partes da construção
Apesar da teoria animadora, é importante lembrar outros fatores capazes de “acinzenta” iniciativas como esta. Minimizar os impactos ambientais causados pela extração do cal e planejar a produção e distribuição do produto de forma a torná-los menos agressivos são boas formas de tornar o novo material ainda mais sustentável.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/empresa-desenvolve-cimento-que-201csequestra201d

Geladeira em blocos é criação de universitário para economizar energia

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Stefan Buchberger e sua criação/Fotos: Cool Stackable
Se tem um problema comum a todas as casas é o fato de sempre ter alguém que acha que geladeira é vitrine e não se incomoda em decidir o que quer com a porta aberta. Enquanto isso, todo o ar frio escapa e a máquina tem que trabalhar mais para compensar o ar perdido, gastando mais energia. Esse é apenas um dos problemas que a invenção desse estudante universitário propõe resolver.
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A geladeira é formada por vários blocos que podem ser customizados individualmente.
O Flatshare Fridges é uma geladeira dividida em compartimentos isolados e independentes. Desenvolvida pelo estudante de Artes Aplicadas da Universidade de Viena, Stefan Buchberger, a geladeira com cara de quebra-cabeça pode ser uma mão na roda na hora de economizar energia.
 geladeira-2.jpgO usuário pode escolher o que guardar em cada compartimento e abrir apenas o que precisar, evitando que o ar gelado escape de todo o equipamento. Além disso, como cada alimento precisa de uma temperatura diferente, você pode regular cada bloco de acordo com o que pretende guardar ali, evitando o consumo desnecessário.
Outra vantagem é para aqueles que dividem apartamento e que sabem a dor de cabeça que é dividir a geladeira com alguém. Com a invenção, cada um pode ser dono de um “andar”, evitando trocas e outros problemas freqüentes nesse tipo de situação.
A geladeira é formada por uma base e pode ter até quatro blocos montados como um quebra-cabeça. Cada um pode ser customizado de forma independente, com compartimentos e regulagens de temperatura individuais.
O Flatshare Fridges ainda é apenas um conceito e não está sendo fabricado. Mas não deixa de ser uma boa ideia que pode virar realidade em pouco tempo.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/geladeira-em-blocos-e-criacao-de-universitario

HP substitui embalagens por bolsa e reduz 97% do lixo em seu novo notebook

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No lugar das embalagens, uma bolsa para notebook/Fotos: Divulgação
Um desafio proposto pela rede Wal-Mart mexeu com a criatividade dos membros da HP, e o resultado é uma nova forma de embalar os notebooks na hora da venda. Em vez de caixas de papelão, com isopor e plástico-bolha, o notebook sai da loja já em uma bolsa de transporte. A mudança representa menos matéria-prima, lixo, emissões de CO2 e gasto de energia para o planeta.
O HP Pavilion dv6929wm Entertainment Notebook PC fica na prateleira da loja guardado em uma bolsa exclusiva, estilo carteiro, e própria para proteger e transportar notebooks. Ela é feita com materiais 100% reciclados e já traz cada coisa em seu lugar, com apenas um plástico envolvendo cada item - computador, bateria, adaptador, cabos e documentação. O resultado é uma redução de 97% do total de embalagem utilizada para proteger esses produtos.
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1 - Computador, bateria, adaptador, cabos e documentação são embalados em sacolas plásticas individuais. 2 - Depois, todos os itens são inseridos em na bolsa, que é fechada e etiquetada.
A nova embalagem, além de reduzir a quantidade de matéria-prima e evitar que todas elas acabem no lixo logo após a compra, reduz o peso e a quantidade de materiais transportados. Com isso, diminuem também o consumo de combustível e as emissões de CO2 durante o transporte. Segundo a Wal-Mart, essa redução é de um a cada quatro caminhões utilizados para transportar o produto por todo os Estados Unidos.
“Cuidar do meio ambiente é um escolha pessoal que está se tornando cada dia mais importante para nossos consumidores”, afirmou o vice-presidente da HP, Steven DeWitt.
Wal-Mart: Desafio de Design 
Com a inovação, a HP recebeu o primeiro lugar no desafio de design e criação intitulado "Home Entertainment Design", promovido pela Wal-Mart. A competição analisou três fatores de cada candidato: design arrojado que atraísse os clientes, produto inovador que reduzisse os seus impactos ambientais e embalagem que facilitasse a redução, reutilização e reciclagem do lixo e que reduzisse ou eliminasse o uso de produtos tóxicos.
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3 - A bolsa é, então, armazenada em uma caixa com outros dois kits – a HP permite três computadores por caixa. 4 - Quando comprar o computador, o cliente também leva pra casa uma bolsa multifuncional e quase nada de lixo
“Esse esforço é uma extensão do nosso comprometimento contínuo em fornecer aos nossos consumidores as melhores opções de produtos eco-friendly”, afirmou o gestor de mercadorias do Walmart Home Entertainment, Alex Cook.
O produto ainda não está disponível no Brasil, mas se alguém estiver de passagem pelos Estados Unidos, pode conferir o Pavilion dv6929wm nas lojas da rede. Ele custa US$798 e foi classificado na categoria prata do ENERGY STAR®, selo que garante a eficiência energética de produtos eletroeletrônicos.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/ecomanagement/hp-substitui-embalagens-por-bolsa-e-reduz-97-do

Relógio capta energia do solo para funcionar

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Eletrodos de cobre e zinco conectados no solo captam a carga elétrica e a transfere para o relógio/Fotos: Divulgação
Já mostramos aqui diversas maneiras de criar energia. Sol, mar, vento e até lixo já serviram de matérias primas capazes de fornecer energia para as máquinas criadas pelo homem. Mas a designer holandesa Marieke Staps inovou ainda mais. Ela desenvolveu um relógio capaz de gerar eletricidade a partir do solo.
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O relógio não precisa de corda nem de tomada, basta regar as plantas.
O relógio “biológico” funciona graças a um sistema de eletrodos de cobre e zinco plugados ao solo. Esse funciona como um eletrólito, ou um condutor, por onde a carga elétrica pode fluir até o equipamento. O metabolismo natural das plantas, então, produzirá eletricidade suficiente para manter o relógio funcionando.
Em vez de dar corda ou de ligar na tomada, esse relógio precisa apenas de rega. Isso mesmo, afinal, se a plantinha morrer, certamente você irá se atrasar!

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/relogio-capta-energia-do-solo-para-funcionar

Turbinas eólicas e painéis solares iluminam as ruas

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Bonitas e funcionais, as lâmpadas são movidas a energias renováveis/Fotos: Divulgação
Mais uma novidade promete unir beleza, eficiência e sustentabilidade em um só produto. Esses postes de iluminação pública desenvolvidos pela Urban Green Energy são equipados com painéis solares e turbinas eólicas e podem gerar até 380W de energia.
Essa é uma solução cheia de estilo, não apenas para a geração de luz a partir de energias renováveis, mas também como forma de fazê-lo sem emitir nenhum poluente. O sistema de iluminação é instalado em um poste de aço galvanizado que utiliza a mesma estrutura dos tradicionais.
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As hélices podem ser de dois modelos: horizontal ou vertical.
No topo são instaladas as hélices, que podem ser de dois modelos. O primeiro é o tradicional na vertical, e o segundo é um modelo horizontal, capaz de gerar 300W de eletricidade. Já nas laterais do poste, são montados dois painéis solares, capaz de gerar 80 W de energia.
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Iluminação pública limpa e à prova de apagões.
Em dias ensolarados e com vento, cada poste pode gerar 380W de eletricidade. Essa energia fica armazenada em uma bateria e é utilizada durante a noite em suas lâmpadas LED de alta eficiência.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/turbinas-eolicas-e-paineis-solares-iluminam-as

Sete formas de tornar sua cidade mais sustentável

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Desde 2008, mais metade da população mundial vive em centros urbanos. E essa grande concentração de gente traz também grandes prejuízos ao meio ambiente, como alto consumo de todo o tipo de produtos e serviços, geração de toneladas diárias de lixo e queima de combustíveis fósseis. Mas é possível tornar uma cidade mais limpa e agradável de viver. E uma das ferramentas para tornar isso real é o urbanismo sustentável.
Esse novo modelo de urbanismo busca construir cidades de forma inteligente para torná-las mais sustentável, seguras e agradáveis para seus habitantes. Confira abaixo algumas dicas para tornar as cidades mais humanas e amigas do meio ambiente:
1. Construir mais áreas para pedestres
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Você já reparou como, cada dia mais, vemos menos pessoas nas ruas e mais veículos. Isso acontece graças a uma característica comum a muitas cidades – elas são construídas para os carros. Viadutos, vias expressas, túneis, rodovias, extensões, pontes e largas avenidas são alguns exemplos que mostram como a prioridade é quase sempre dos veículos, e não das pessoas.
Por isso, a construção de mais áreas destinadas aos pedestres pode ser um feito não só para o bem estar da população, mas também para o meio ambiente. Ruas limpas, seguras, arborizadas, com calçadas amplas, iluminação adequada, sinalização confiável, trânsito ordenado e com total acessibilidade é um estímulo capaz de fazer com que as pessoas deixassem mais o carro em casa e passem a andar pelas ruas, como acontecia antigamente.
Menos espaço para os carros significa mais bicicletas, mais pessoas caminhando e olhando calmamente as pequenas lojas de bairro, esquecidas com o aumento dos grandes centros comerciais, mais qualidade de vida e menos poluição.
2. Estímulo ao desenvolvimento dos bairros
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Ao invés de investir apenas nos grandes centros comerciais das cidades, uma boa idéia é estimular o desenvolvimento dos pequenos bairros. A intenção é fazer com que as comunidades voltem a ter a representatividade e unidade de antes.
Lugares que fosse, ao mesmo tempo, comerciais e residenciais, mas em pequenas escalas. Bairros onde o trabalho ficasse perto de casa, que, por sua vez, seria apenas algumas quadras longe da escola e do supermercado. Também seria possível fazer compras na loja da esquina e fazer curso de inglês a alguns minutos de sua casa.
Esses bairros ainda devem ter construções configuradas em quadras e prédios, agrupados em uma mistura de atividades sobrepostas, como moradia, comércio, escritórios, lazer e educação. O uso misto torna as ruas cheias de vitalidade e movimentadas em todas as horas do dia.
Com isso, você e sua família poderiam morar, trabalhar, estudar, comprar e se divertir sem precisar de longos deslocamentos. As vantagens são muitas – menos custos com transporte (que poderia ser feito a pé ou de bicicleta), menos poluição, estímulo aos pequenos negócios de bairro, além de mais entrosamentos e união entre vizinhos.
3. Diversidade de moradores e densidade controlada
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Outra característica do urbanismo sustentável é favorecer o convívio de pessoas de diferentes classes, idades, culturas e raças trazendo ao espaço urbano uma diversidade de ideias, necessidades e interesses. Com isso, amplia-se as alternativas de relacionamentos e viabiliza-se inúmeros e variados aspectos da vida urbana com elevada qualidade social. A diversidade também torna o lugar mais solidário e inteligente.
Além disso, a densidade demográfica controlada amplia a convivência, fator fundamental para a criação e a dispersão de novas ideias. A correta concentração de consumidores e usuários viabiliza economicamente os diversos equipamentos e serviços urbanos, tanto privados como públicos, os quais resultam, também, em ganhos ambientais além de ocupar menor área de terreno com edificações.
4. Restrição da circulação de carros
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Diversas cidades já adotaram medidas como a restrição da circulação dos carros em alguns bairros durante um dia da semana (geralmente o domingo) e oferecem o espaço às pessoas, que podem passear, brincar com as crianças ou praticar esportes sem se preocupar com o trânsito.
 Em Londres, é proíbida a circulação de carros em alguns locais, como os centros urbanos. Para entrar com carro por lá é preciso pagar uma taxa, além de ter que desembolsar uma nota para estacionar seu veículo.
Menos carro quer dizer mais seguranças, menos poluição e tranquilidade para andar a pé ou de bicicleta.
5. Melhoria do transporte público
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Melhorar o sistema de transporte público é mais uma mãozinha para as iniciativas que proíbem a circulação de carros e alguns pontos das cidades. Ônibus, metrô, trens, bondes e balsas são alguns exemplos de meios de transporte que, se bem administrados, pode reduzir bastante a quantidade de carros nas ruas.
Cada carro leva em média 1,2 passageiros. Isso significa quase uma pessoa por carro nas ruas, o que agrava os congestionamentos e níveis de poluição, além de aumentar o consumo de combustíveis fósseis, como a gasolina.
Para muitas pessoas, o uso diário do veículo particular é um reflexo da falta de opções de serviços de transporte público de qualidade. Cidades como Amsterdã (Países Baixos), Copenhague (Dinamarca), Ottawa (Canadá), Freiburg (Alemanha), Bogotá (Colômbia), Londres (Reino Unidos) e Quarry Village (Estados Unidos) já tomaram medidas como estas e se tornaram cidades “sem carros”.
6. Criação de jardins comunitários
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Esses espaços, iniciativas comuns em diversas cidades de países como Reino Unido, Canadá e Estados Unidos, são totalmente públicos. Eles pertencem e são geridos pela comunidade e possuem acesso livre para qualquer pessoa.
Geralmente construídos por iniciativa da prefeitura ou de alguma ONG, essas jardins são uma ótima maneira de estreitar os lanços dentro da comunidade, além de oferecer um ambiente saudável e agradável onde todos podem ter maior contato com a natureza.
Para montar um jardim comunitário é preciso apenas um espaço de terra, iniciativa e organização. Vale lembrar que a prática não se resume à construção do jardim, mas também à sua manutenção e conservação.
7. Organização de um sistema de coleta seletiva
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Uma das maiores barreiras quando se fala em reciclagem é a coleta desse material. Muita gente até separa os materiais corretamente, mas não sabe onde ou a quem entregar os recicláveis.
Uma iniciativa capaz de facilitar esse processo é criar um sistema público de coleta de materiais recicláveis. Diversas prefeituras no Brasil já adotaram programas desse tipo e são responsáveis pela coleta e pela destinação final desses resíduos.
A coleta pode ser feita porta a porta ou em locais pré-determinados. Aí é a vez dos cidadãos fazerem a sua parte e separarem os materiais de acordo com o seu tipo e jogá-los nos locais adequados. 

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/oito-formas-de-tornar-sua-cidade-mais-sustentavel

Caixa de presente vira cabide sustentável

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A embalagem do produto é que será transformada em cabide/Fotos: Divulgação
A idéia para esse produto surgiu depois que o designer Steve Haslip reparou como as camisetas que comprava pela internet chegavam amassadas dentro das caixas e ele sempre precisava recorrer aos cabides para mantê-las passadas. Pensando em como tornar esse processo mais eficiente, ele desenvolveu uma caixa que pode ser transformada em cabide totalmente sustentável.
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No verso tem a explicação de como montar o cabide
Feito de papelão, o Hangerpak pode ser produzido com matéria-prima 100% reciclada. Seu descarte também é menos nocivo ao meio ambiente, especialmente se comparado aos cabides tradicionais, feitos de plástico ou ferro. O papelão é biodegradável e totalmente reciclável e as árvores utilizadas para sua produção ainda absorvem CO2 durante seu crescimento.
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Feito de papelão, o cabide pode ser 100% reciclável e reciclado.
O produto, portanto, resolve dois problemas de uma só vez: evita o descarte das caixas e a produção de novos cabides. Isso significa menos lixo, menos matérias-primas sendo utilizada e menos energia gasta com o processo de produção. A boa ideia rendeu ao designer o prêmio D&AD Student Awards 2007 na categoria “O que mais você faz?”. Os interessados podem entrar em contato com o designer através do seu site.
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Quando acabar sua vida útil, basta reciclar o cabide ou compostá-lo.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/caixa-de-presente-vira-cabide-sustentavel

Ikea lança linha de iluminação sustentável

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A luminária se carrega com a luz solar e ilumina a casa durante a noite/Fotos: Divulgação
Uma linha completa de lâmpadas, luminárias e todo o tipo de acessórios capazes de iluminar os lares e escritórios de forma eficiente e sustentável já estão à venda. Os produtos, da empresa sueca Ikea, são equipados com painéis solares, lâmpadas LED e outras tecnologias que os tornam 70% mais econômicos e até quatro vezes mais duráveis que os tradicionais.
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Outros produtos podem ser utilizados tanto em ambientes fechados quanto abertos.
Os produtos, como a luminária Sunnan, à venda por US$ 19,99, não precisa de nenhuma ligação elétrica, já que se carrega com a luz solar. Ela leva entre 9 e 12 horas para se abastecer completamente durante um dia ensolarado e pode ficar ligada por até quatro horas seguidas utilizando sua potência máxima. Com a carga completa a luminária emite de 400 a 500 lux de intensidade, depois de três ou quatro horas, essa luz é emitida a 300 lux de intensidade.
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A linha completa de iluminação sustentável está à venda nas lojas da empresa espalhadas pelo mundo.
Outros produtos, como os globos e os bastões de luz podem ser utilizados tanto em ambientes abertos quanto fechados. Infelizmente eles ainda não estão vendendo os produtos através do site da empresa. Ainda assim, as lojas da rede estão espalhadas por diversos países e com produtos a preços bem acessíveis.
Portanto, se você conhece alguém que irá passar por lugares como Europa, EUA, Canadá, Ásia, Austrália ou até por alguns países do Oriente Médio, não custa pedir para dar uma passadinha em alguma loja e conferir a novidade sustentável. 

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/luminaria-movida-a-luz-solar-ja-esta-a-venda-pela

Dos pés a cabeça: Timberland abre loja amiga do meio ambiente

Loja Timberland em Nova York
Lâmpadas de baixo consumo de enegria e madeira reaproveitada ou certificada compõem a nova loja da empresa amiga do meio ambiente / Fotos: Divulgação
Tendo como forte da marca a confecção de sapatos masculinos e o ativismo de proteção ambiental, a Timberland traz mais uma novidade: uma loja feita sob medida dos conceitos ecoeficientes. O novo estabelecimento da marca em Nova York tem seu consumo de carbono compensado, a elegância de madeiras reutilizadas e uma convidativa iluminação feita com lâmpadas de baixo consumo energético.
Ainda dentro de padrões mais verdes, o chão do novo endereço é composto de resíduos de construção e a utilização de tintas que não agridem a natureza ganham destaque com mesas, cadeiras e até mesmo as portas da antiga loja como decoração, que apesar de reutilizada, não deixa a desejar nos quesitos conforto, beleza e originalidade.
Loja Timberland em Nova York
A empresa também criou uma promoção que dá 10% de desconto na compra do seu novo tênis para clientes que levarem o sapato usado.
A nova coleção de calçados da marca é feita com sola de borracha reciclada e revestimento de couro orgânico, que é livre de produtos químicos em seu curtimento. Dentro da promoção da loja, clientes que levarem sapatos antigos da marca para serem doados a intituições carentes ganharãm desconto nas compras.
Protetores do meio ambiente
A Timberland também é responsável por uma rede de “EarthKeeperes” ( algo em português como “protetores da Terra”) que apóia mudanças nos hábitos rotineiros como forma de ponderar a consciência ambiental nas ações do dia a dia de cada um.
A iniciativa conta com um blog onde os protetores da natureza têm acesso à postagens, comentários, ações e boas ideias relacionadas às práticas responsáveis.
A empresa acredita que a paixão pelo mundo deve ser o motor para abraçar a responsabilidade de preservar os recursos naturais.
Nova coleção da Timberland
A nova loja fica localizada em Nova York e atende a demandas ecoeficientes de contrução.
Incentivando a plantação de árvores, construção de painéis solares, o desenvolvimento de produtos sustentáveis e ação popular no planeta, a marca espera expressar a reverência à natureza e ao compromisso de um futuro sustentável.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/dos-pes-a-cabeca-timberland-abre-loja-amiga-do