Jardineiros de guerrilha de São Francisco acabam de ganhar mais munição.
A Seedbomb é uma vending machine de sementes de plantas, criada pela Common Studio de Los Angeles. Para criar a Seedbomb foi usada uma velha vending machine de chiclete. Mas agora ela vende pequenas "bombas" que contém sementes e adubo enclausurados em argila.
Para usar a Seedbomb basta jogá-la em algum lugar que precise de um pouco de verde e adicionar um pouco de água e pronto, as sementes irão brotar.
Em Los Angeles já existem oito máquinas vendendo as Seedbombs.
Fonte: http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2010/05/25/sao-francisco-ganha-sua-primeira-seedbomb
Estamos no 9º semestre do curso de Administração da UFRGS (Porto Alegre - RS), e somos estudantes da disciplina de Gestão Sócio-Ambiental nas Empresas, ministrada pelo Professor Luís Felipe Nascimento. Através deste blog, do nosso twitter, facebook e de outras ferramentas de comunicação, iremos difundir conhecimentos e tendências sobre ecodesign, assim como informações sobre o ciclo de vida dos produtos.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Substituir asfalto por painéis solares
A idéia, e ainda é só uma idéia, é que a substituição tenha dois impactos ambientais relevantes: reduzir a utilização de petróleo e ainda produzir energia limpa. O resultado, proveniente da mistura de vidro, plástico e borracha, tudo reciclado, faria com que as pistas tenham uma iluminação sustentável. O calor que as pistas receberiam seria colocado em forma de energia em lâmpadas LEDs instaladas no local, fazendo a sua sinalização.
Fonte: http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2010/02/26/estados-unidos-quer-trocar-asfalto-por-paineis-solares
Células solares impressas em folha de papel
Soluções baseadas em painéis solares estão se tornando cada vez mais comnuns. E. em um futuro próximo, iremos instalar painéis solares usando apenas um grampeador.
Pesquisadores da MIT anunciaram que descobriram um método de imprimir células solares em folhas de papel. Mas eles alertam que a eficiência deste método é bem menor que outros tipos. Sua capacidade é de 1,5-2%, enquanto as de silício possuem eficiência de 15-20%. No entanto, os pesquisadores dizem que essa é uma tecnologia em desenvolvimento e não será comercializada por alguns anos.
Mesmo que a eficácia não melhore, pode ser possível que o material abundante e barato possa ser uma maneira mais rentável de se conseguir energia, especialmente para aparelhos eletrônicos portáteis.
Fonte: http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2010/05/10/celulas-solares-impressas-em-folha-de-papel
Pesquisadores da MIT anunciaram que descobriram um método de imprimir células solares em folhas de papel. Mas eles alertam que a eficiência deste método é bem menor que outros tipos. Sua capacidade é de 1,5-2%, enquanto as de silício possuem eficiência de 15-20%. No entanto, os pesquisadores dizem que essa é uma tecnologia em desenvolvimento e não será comercializada por alguns anos.
Mesmo que a eficácia não melhore, pode ser possível que o material abundante e barato possa ser uma maneira mais rentável de se conseguir energia, especialmente para aparelhos eletrônicos portáteis.
Fonte: http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2010/05/10/celulas-solares-impressas-em-folha-de-papel
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Ecopos: os copinhos de papel que substituem os descartáveis
Já é do conhecimento de todos que copinhos plásticos são responsáveis por uma grande parcela do lixo que polui a natureza. Apesar de parecer prático, estes pequenos objetos causam problemas até para animais aquáticos que confundem o plástico com alimento e morrem sufocados. Porém uma nova tecnologia foi desenvolvida para manter a praticidade dos copinhos plásticos e aumentar o nível de sustentabilidade do produto.
Os copos ecológicos são compostos por um papel e um pequeno revestimento plástico. A invenção já existe em países asiáticos há pelo menos 10 anos e, só agora, a tecnologia foi importada e o produto é feito no Brasil.
Desenvolvidos pela empresa Ecopos, os copinhos são uma espécie de envelope com nove centímetros de altura por seis de comprimento. A capacidade de cada um é de 65 mililitros.
O objetivo da empresa é diminuir a quantidade de lixo produzida e ocupar menos espaço para armazenamento e transporte, o que, consequentemente, diminuiria também a quantidade de gases poluentes emitidos já que menos viagens seriam necessárias.
Os produtos são feitos com papel de fibras virgens (para evitar qualquer tipo de contaminação do material) reflorestadas, não possuem corantes e podem ser utilizados mais de uma vez.
Um copo ecológico é feito de papel, fácil de usar, e quando descartado não deixa resíduos tóxicos na natureza. O produto se degrada em até 18 meses.
“A vantagem de adquirir o nosso ‘ecopo’ é ter menos volume de lixo gerado. Além disso, ele é econômico porque é mais barato que o plástico e totalmente ecológico”, diz o gerente da empresa Stephano Shin em entrevista. Além de ecológico, os ecocopos são baratos: uma caixa com quatro mil copos sai por R$ 52,00.
O gerente também conta que como a embalagem é pequena, os ecopos podem também ajudar a evitar o desperdício de água. “Muita gente enche copos e acaba não consumindo tudo. Com copos menores, isso acontece menos. E quem quiser, pode sempre repertir”, comenta.
A novidade só não se adequa muito bem a bebidas quentes. Como o copo é feito de papel e é fino, o líquido poderia queimar a mão de quem segurasse. Os copinhos sustentáveis são produzidos em São Paulo e podem ser comprados através do site oficial da empresa.
Fonte:
http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/ecopos-os-copinhos-de-papel-que-substituem-os
http://www.ecopo.com.br
Os copos ecológicos são compostos por um papel e um pequeno revestimento plástico. A invenção já existe em países asiáticos há pelo menos 10 anos e, só agora, a tecnologia foi importada e o produto é feito no Brasil.
Desenvolvidos pela empresa Ecopos, os copinhos são uma espécie de envelope com nove centímetros de altura por seis de comprimento. A capacidade de cada um é de 65 mililitros.
O objetivo da empresa é diminuir a quantidade de lixo produzida e ocupar menos espaço para armazenamento e transporte, o que, consequentemente, diminuiria também a quantidade de gases poluentes emitidos já que menos viagens seriam necessárias.
Os produtos são feitos com papel de fibras virgens (para evitar qualquer tipo de contaminação do material) reflorestadas, não possuem corantes e podem ser utilizados mais de uma vez.
Um copo ecológico é feito de papel, fácil de usar, e quando descartado não deixa resíduos tóxicos na natureza. O produto se degrada em até 18 meses.
“A vantagem de adquirir o nosso ‘ecopo’ é ter menos volume de lixo gerado. Além disso, ele é econômico porque é mais barato que o plástico e totalmente ecológico”, diz o gerente da empresa Stephano Shin em entrevista. Além de ecológico, os ecocopos são baratos: uma caixa com quatro mil copos sai por R$ 52,00.
O gerente também conta que como a embalagem é pequena, os ecopos podem também ajudar a evitar o desperdício de água. “Muita gente enche copos e acaba não consumindo tudo. Com copos menores, isso acontece menos. E quem quiser, pode sempre repertir”, comenta.
A novidade só não se adequa muito bem a bebidas quentes. Como o copo é feito de papel e é fino, o líquido poderia queimar a mão de quem segurasse. Os copinhos sustentáveis são produzidos em São Paulo e podem ser comprados através do site oficial da empresa.
Fonte:
http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/ecopos-os-copinhos-de-papel-que-substituem-os
http://www.ecopo.com.br
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Para renovar os móveis
Começa hoje, no Eko Residence Hotel, em Porto Alegre, a exposição da linha de móveis reciclados da artista Flávia Antoniolli. As peças, como essas aqui do post, são lindas e, melhor, feitas a partir do garimpo e da reciclagem de móveis de demolição e peças de decoração.
Os tecidos também são reciclados, feitos de garrafas PET ou a partir de retalhos. Na onda de tanto reaproveitamento, Flávia deu à linha o nome de Recycled.
O evento de lançamento rola hoje, às 19h30min, no Eko Residence (Av. Desembargador André da Rocha, 131), e as peças ficam lá até o dia 23. Na sequência, as obras seguem para a Galeria Gravura , na Rua Corte Real, 647, onde permanecem expostas por mais um mês.
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/nossomundosustentavel/?topo=13,1,1,,,13
Suprema Corte da Nova Zelândia recebe prêmio por construção sustentável
O governo da Nova Zelândia decidiu dar o exemplo aos seus cidadãos e inaugurou no início de 2010 a nova sede da Suprema Corte, totalmente erguida segundo princípios da sustentabilidade. A eficiência do projeto foi tanta que este ano a obra foi nomeada para dois prêmios internacionais: o Festival Mundial de Arquitetura e o IStructE Structural Awards.
Localizada na capital Wellington, a nova Corte foi projetada pelos arquitetos da Warren & Mahoney e erguida pelo Holmes Consulting Group e já está se tornando um ponto turístico da cidade.
Hoje, quem passa pela frente do prédio pode ver painéis de aço reciclado e madeira revestindo as paredes da corte em um desenho inspirado em plantas nativas do país, como a árvore Kauri.
Além do design marcante, o que tem garantido o sucesso da construção são os princípios de sustentabilidade aplicados durante a obra. A ventilação natural permite que a corrente de ar circule pelas novas salas de audiência, biblioteca e sala de conferência, criando um clima agradável e poupando o uso de energia com resfriamento.
Painéis solares garantem o aquecimento da água para todo o complexo, iluminação de baixo consumo e clarabóias espalhadas pelos ambientais reduzem o uso de energia, o vidro duplo garante o isolamento térmico, e a tela de bronze fornece sombreamento, controle de brilho e proteção interna contra o mau tempo.
Para completar, a madeira nativa utilizada na construção veio de fontes sustentáveis e muitos dos materiais do antigo Tribunal Superior, assim como elementos decorativos, foram reciclados ou restaurado e reintegrado ao local.
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/suprema-corte-da-nova-zelandia-recebe-premio-por
O tio da luz

O invento do designer britânico Tom Holley já ganhou prêmio em 2009 e é motivo de estudos no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).
Sabe por quê?
Pois o interruptor Tio foi criado para fazer com que as crianças entendam a sustentabilidade desde cedo. Com o formato de um fantasminha ele fica feliz ou triste dependendo da quantidade de horas que a luz está acesa. O funcionamento se dá por um sistema de computação que liga a parede ao interruptor.
Para entender:
Carinha verde e feliz = as luzes acesas por menos de uma hora
Carinha amarela assustada = mais de quatro horas com as luzes ligadas
Careta e luz vermelha = a partir de 8 horas de uso ininterrupto da lâmpada
O Tio ainda não está a venda, mas já é um sucesso. E um exemplo.
Sabe por quê?
Pois o interruptor Tio foi criado para fazer com que as crianças entendam a sustentabilidade desde cedo. Com o formato de um fantasminha ele fica feliz ou triste dependendo da quantidade de horas que a luz está acesa. O funcionamento se dá por um sistema de computação que liga a parede ao interruptor.
Para entender:
Carinha verde e feliz = as luzes acesas por menos de uma hora
Carinha amarela assustada = mais de quatro horas com as luzes ligadas
Careta e luz vermelha = a partir de 8 horas de uso ininterrupto da lâmpada
O Tio ainda não está a venda, mas já é um sucesso. E um exemplo.
Ambitetura

A ambitetura gradativamente vem consolidando-se com uma tendência para a construção civil e arquitetura. Alguns bairros e regiões ao redor do planeta já estão aderindo a esse forma sustentável de realizar novos empreendimentos.
Um deles, Nordelta, na Argentina, é um bairro-cidade planejado do zero para suprir a maior parte de seus moradores sem que eles precisem se deslocar aos grandes centros.
A outra é o Parque Nacional de Cinque Terre, na Itália, que, de região rural, transformou-se em polo turístico e viu a qualidade de vida de seus moradores crescer. Tudo da forma mais sustentável possível.
A Ambitetura será tema de um seminário na quinta e na sexta-feira (21 e 22 de Outubro) em Porto Alegre. Mais informações em http://www.ambitetura.com.br/
Um deles, Nordelta, na Argentina, é um bairro-cidade planejado do zero para suprir a maior parte de seus moradores sem que eles precisem se deslocar aos grandes centros.
A outra é o Parque Nacional de Cinque Terre, na Itália, que, de região rural, transformou-se em polo turístico e viu a qualidade de vida de seus moradores crescer. Tudo da forma mais sustentável possível.
A Ambitetura será tema de um seminário na quinta e na sexta-feira (21 e 22 de Outubro) em Porto Alegre. Mais informações em http://www.ambitetura.com.br/
Fonte: Nosso mundo sustentável - Zero Hora
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Projeto social quer aproximar o Design das minorias políticas
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| Projeto visa os 90% da população que não tem acesso aos produtos criados pelos designers |
Washington, nos Estados Unidos, recebeu no início de setembro uma exposição diferente. A Design for the Other 90% é direcionada para as tendências de design na criação de produtos voltados para as populações mais carentes. “A maioria dos designers é focada em criar produtos para apenas 10% da população mundial (a parte mais rica e favorecida)", diz o site do projeto.
O objetivo é que, através de parcerias locais e globais, os cidadãos e organizações encontrem maneiras de enfrentar os desafios básicos de sobrevivência e acompanhem as mudanças do mundo. Os projetos de design poderiam ajudar nesse processo. As criações são divididas em seis áreas de interesse: água, abrigo, saúde e saneamento, educação, energia e transporte."Ao mostrar o trabalho de designers que usam suas habilidades e capacidade de invenção para produzir soluções arquitetônicas e de design que realmente afetam problemas de qualidade de vida, o Cooper-Hewitt alerta para a necessidade de um design humanitário", disse o diretor do museu que abrigou a exposição em Nova York, Paul Warwick Thompson.
O movimento tem suas raízes na década de 1960, quando economistas e designers tentaram encontrar soluções simples, de baixo custo para combater a pobreza. Os projetistas começaram, então, a trabalhar diretamente para os usuários finais de seus produtos, destacando a co-criação para responder às suas necessidades. Muitos dos projetos empregam os princípios do mercado de geração de renda como um caminho para sair da pobreza.
Algumas ideias já saíram do papel para a prática. O Q Drum, por exemplo, é uma roda-reservatório usada para carregar altas quantidades de água por grandes distâncias na África. Ou ainda o LifeStraw, uma espécie de canudo com filtro usado em regiões carentes, onde as pessoas são obrigadas a tomar água diretamente em poços e rios.
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| O LifeStraw ajudaria pessoas que são obrigadas a tomar água em poços ou rios |
A também o Big Boda load-carrying bycicle, uma bicicleta de garupa ampliada, que pode suportar o transporte de carga pesada. E ainda o Inclusive Edge Canopy, que consiste basicamente uma cobertura de lycra, sobre cabos de aço, que cria uma ampla sombra em áreas de calor intenso.
Alguns desses produtos puderam ser conferidos nas diversas exposições do projeto, mas você pode encontrar a relação de todos no site oficial do Design for the Other 90%.“Ao invés de explorar as economias mais pobres, tentamos minimizar o impacto ambiental, aumentar a inclusão social, melhorar a saúde em todos os níveis e promover a qualidade e a acessibilidade da educação”, diz o site do projeto. “Design for the Other 90% demonstra como o design pode ser uma ferramenta dinâmica para salvar e transformar vidas, localmente e ao redor do mundo”.
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| O Inclusive Edge Canopy ajudaria em locais de calor extremo |
Ecodesenvolvimento: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/projeto-social-quer-aproximar-o-design-das
Other 90: http://other90.cooperhewitt.org/
Otimizando a energia
Otimiza a energia e ainda perder umas calorias é a opção ofereceido no Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca. Ele criou uma forma de oferecer a chance para quem quer fazer uma boa refeição e ainda se preocupar em cuidar do planeta.
O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários.
A doação de energia produzida é recompensada com o generoso vale-refeição no valor de 26 euros, aproximadamente 60 reais.
A contribuição deve ser de pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade, o que umadulto saudável produziria pedalando por cerca de 15 minutos.
Além de sustentável e economico, a iniciativa ainda induz ao exercício físico, para trazer ainda mais bem-estar ao voluntário.
E um jantar sem pesos na consciencia, no caso das mulheres preocupadas com com a balança, hehe.

Já o dono do Bar Surya,em Londres, resolveu otimizar ainda mais, utilizando do próprio negócio para gerar a energia para as luzes da belada.
Ele criou um revestimento com placas no chão da pista de dança de seu estabelecimento, que ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. A própria energia criada pelos passos de dança ajudam na carga elétrica necessária para a casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários.
A doação de energia produzida é recompensada com o generoso vale-refeição no valor de 26 euros, aproximadamente 60 reais.
A contribuição deve ser de pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade, o que umadulto saudável produziria pedalando por cerca de 15 minutos.
Além de sustentável e economico, a iniciativa ainda induz ao exercício físico, para trazer ainda mais bem-estar ao voluntário.
E um jantar sem pesos na consciencia, no caso das mulheres preocupadas com com a balança, hehe.

Já o dono do Bar Surya,em Londres, resolveu otimizar ainda mais, utilizando do próprio negócio para gerar a energia para as luzes da belada.
Ele criou um revestimento com placas no chão da pista de dança de seu estabelecimento, que ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. A própria energia criada pelos passos de dança ajudam na carga elétrica necessária para a casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
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