terça-feira, 19 de outubro de 2010

Bateria movida a agitação

Agite antes de usar. Até hoje, essa frase estava era comum em iogurtes e bebidas lácteas. Era comum. A Brother Industries Ltd, empresa americana conhecida pelos seus produtos tecnológicos, lançou uma bateria que pode ser carregada apenas com uma chacoalhada e substituir as pilhas descartáveis.
Assim como algumas lanternas que precisam de uma vibração para voltarem a produzir luz, esta bateria, se colocada no lugar de uma pilha comum, produzirá energia apenas com o movimento de agitação. Por exemplo, bastará apenas uma chacoalhada e o controle remoto voltará a funcionar, assim que as pilhas comuns acabarem.
"O gerador elimina a necessidade de substituir pilhas e contribui para reduzir a quantidade de resíduos", disse Brother Industries. A empresa também ressaltou sobre a necessidade de trazer mais versatilidade para as baterias, já que existem tipos diferentes de pilhas em diversos produtos.
 
A Vibration-powered generatin batteries, como é conhecida, pode ser usada em dispositivos que nem sempre consomem eletricidade e tem um consumo de energia de cerca de 100mW, disse a empresa. O consumo de energia de um controle remoto normal, por exemplo, é de 40 a 100mW.
O protótipo será exibido pela primeira vez durante a Techno-Frontier 2010, feira de tecnologias em Tóquio. A demonstração inclui o uso de gerador de uma lanterna LED, um controle remoto da TV e um controle remoto para equipamentos de iluminação.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/bateria-substitui-pilhas-e-e-carregada-se-for

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Instalado jardim vertical de seis andares em praça da Espanha




O verão da Espanha deve ficar um pouco menos quente do que o usual. O projeto mais recente de jardim vertical, localizado no sudeste da Espanha, ameniza o clima e ainda é um monumento de beleza para os olhos.
Projetado pelo arquiteto José Maria Chofre, o jardim vertical de seis andares foi instalado na fachada de uma biblioteca infantil em uma praça do município de San Vicente Del Raspeig, localizado na província de Alicante. O mais interessante do projeto é o contraste que se cria da união do urbanismo com o orgânico.

 O jardim é constituído por uma armação metálica construída sobre uma parede divisória entre a biblioteca e um prédio próximo. As plantas foram inseridas no quadro entre duas grades de metal usando feltro sintético, que pode ser facilmente acessado a partir de vários corredores e pode ser substituído. O andaime suspenso a partir da frente permite que os trabalhadores possam podar ou substituir as plantas, conforme necessário.



Várias espécies plantas herbáceas foram plantadas em toda a instalação. Há pelo menos um tipo de planta por metro quadrado, com espécies menores na parte superior e tamanhos maiores na parte inferior.
O jardim não surge apenas como uma forma de decorar o ambiente, mas também como uma saída para muitos dos problemas ambientais, como excesso de poluição, poeira e barulho, presença de ilhas de calor e alagamentos em época de chuvas.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/instalado-jardim-vertical-de-seis-andares-em-praca

Plantbottle - A garrafa sustentável (ao menos 30% dela)


O grupo Vonpar, fabricante da Coca-Cola, iniciou ontem, em Porto Alegre, de forma pioneira na América Latina, a produção de garrafas PET com 30% de insumo proveniente da cana-de-açúcar em sua composição. Com isso, o Brasil torna-se o quinto país no mundo a fabricar esse tipo de embalagem, batizada de PlantBottle. Recentemente, Dinamarca, Canadá, Estados Unidos e Japão começaram a produção.

A tecnologia foi desenvolvida pela Coca-Cola Company. A nova garrafa PET é fabricada a partir de uma mistura de 30% de monoetileno glicol (MEG), resina feita com o etanol, e 70% de ácido politereftálico (PTA), feito a partir do petróleo. É 100% reciclável.

Além disso a garrafa é 100% reciclável. O novo processo vai reduzir em até 25% as emissões de CO2 e, ainda esse ano, o grupo Vonpar espera economizar 5 mil barris de petróleo. É claro que a nova garrafa não nenhumja revolução, haja vista que 70% dela ainda é proveniente do petróleo e, ademais, a resina da cana-de-açúcar é processada na Índia. Mas, de quqluqer modo, já é uma passo rumo a sustentabilidade e a preservação do meio-ambiente.


sábado, 16 de outubro de 2010

Inovação na merenda

Um fogão que usa a energia do sol para cozinhar merenda escolar. Inconformado com a falta de alimentos para os alunos do Ensino Médio em sua escola, o então adolescente Jarbas Batista Araújo, hoje com 20 anos, dedicou seu último ano no colégio para desenvolver o modelo de fogão que funciona com energia solar.

Com a ajuda do professor de química João Batista, o protótipo se tornou realidade com custo inferior ao dos modelos convencionais. Essa foi a ideia que rendeu ao menino natural de Caicó, no interior do Rio Grande do Norte, o segundo lugar no Prêmio Jovem Cientista em 2006. Quatro anos depois, seu projeto Fogão Solar: Uma Alternativa para Sustentabilidade da Biodiversidade continua rendendo bons frutos.
Depois de expor na 62ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Jarbas foi convidado pela ONG A Caatinga para levar seu experimento para moradores de uma pequena comunidade do Ceará. No início do ano que vem, deve ensinar os moradores da comunidade da Reserva Natural da Serra das Almas a construção de fogões movidos a energia solar.
- A minha maior alegria como pesquisador é ver um projeto sendo aplicado no cotidiano – conta o potiguar, que agora cursa o segundo semestre da faculdade de Filosofia.
Questionado sobre o futuro, Jarbas reforça que seu desejo é de continuar pesquisando alternativas sustentáveis para o dia a dia das pessoas. E sobre a eficiência do fogão, quer mais:
- Meu próximo objetivo é encontrar uma forma acessível de armazenarmos energia para o período de dias nublados.


Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/nossomundosustentavel/files/2010/10/jarbasbatistaaraujo.jpg

Aeroporto em Maldivas abraça meio ambiente

O aeroporto Hanimaadhoo de Maldivas está cercado de vida natural. Banhado pelas águas azulíssimas e cristalinas do Oceano Índico, se impõe como um aliado à preservação.

Para conservar esta rara beleza, uma equipe de arquitetos projetou o aeroporto com a técnica possível para que os recursos da natureza fossem aproveitados e, sobretudo, respeitados na grande construção.


O terminal é caracterizado pelo teto curvilíneo, evocando uma enorme garra - a estrutura assim foi criada para sustentar inúmeras placas solares. O formato também é apto a receber fluxo de água fluvial. Além disso, por toda a composição do aeroporto, existem beirais de abertura para as frestas receberem luz dos raios do sol.  


Fonte: http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2010/08/05/aeroporto-em-maldivas-abraca-meio-ambiente

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Prédio esponja

Se o edifício ao lado existisse, seus moradores certamente enxergariam aquela torrencial chuva da tarde com novos olhos: no lugar do estorvo, garantia de água sem custo - para o bolso e para o planeta. A ideia de projetar o Rain Collector Skyscraper, um edifício capaz de coletar não só a água que cai acima do telhado mas também a que escorre sobre toda a estrutura externa, partiu de dois estudantes de arquitetura poloneses, Ryszard Rychlicki e Agnieszka Nowak. Segundo eles, vivemos um momento de grandes inovações tecnológicas, o que nos permite pensar em inúmeras maneiras de integrar forma e função aos projetos mais inusitados.

Nesse caso, eles conseguiram aliar a necessidade que temos de economizar água à forma do edifício. "A média diária de consumo de água por pessoa pode chegar a 150 litros. Cerca de 85 litros desse total podem ser substituídos pela água da chuva", explicam. Um sistema de canais e um funil que percorre a parte central do edifício captam a água, que passa por um sistema de tratamento e é distribuída para os apartamentos. Essa água pode ser usada para lavar roupa, na descarga do banheiro, para aguar as plantas e na limpeza da casa em geral. O excesso de água fica guardado em reservatórios na parte inferior do edifício. O projeto ganhou menção honrosa este ano pela proposta num concurso para estudantes de arquitetura.


Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/rain-collector-skyscraper-captacao-agua-chuva-edificio-600740.shtml

Pressa? Passa por baixo


Ônibus, metrô ou aerotrem? Em se tratandodo futuro do transporte coletivo, há seguidores para cada uma dessas linhas. Pois a chinesa Shenzhen Huashi criou um sincretismo, o “ônibus rápido tridimensional”. Ele tem vagões e estações, mas não é metrô. E ainda passa por cima do trânsito. É ver para crer.

Segundo a engenheira Karen Li, da Shenzhen Huashi, o “ônibus” só precisa de uma ampliação na faixa de rodagem de 60 cm e a construção das estações, o que representaria apenas 10% do custo de construção por quilômetro de um metrô. Isso para ocupar duas faixas de rolagem emuma rua comum. O ônibus tem 2,2 metros de vão livre e 4,5 metros de bitola (com largura total de 6 metros), para permitir que dois carros rodem abaixo dele.

Como é todo movido a eletricidade, também é mais barato de manter que um ônibus comum. “Ele pode custar até 30% menos”, afirma Li. Outra vantagem do novo veículo é a rapidez na implantação da infraestrutura. “Construir 40 km de metrô pode levar até seis anos, com a obstrução de diversas vias. Para o ‘ônibus tridimensional’ rodar nos mesmos 40 km, o tempo gasto é de um ano”, diz. Diferentemente dos metrôs, não há um trilho eletrificado do qual o veículo dependa para se deslocar. O “reabastecimento” é feito quando ele para na estação.

A energia pode vir da rede elétrica ou das próprias estações, que terão tetos repletos de células fotoelétricas para gerar energia por meio da luz solar. Longe de ser uma ideia sem aplicação prática, o “ônibus rápido tridimensional” começa a operar, como protótipo, em um trecho de 9 km dentro dos seis anéis viários de Beijing. Um ano depois, a área de testes será ampliada para 120 km. Com o término dos testes, será construída uma via de operação normal para o veículo, a princípio com 60 km de extensão.
 
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/china-proposta-revolucionaria-transporte-coletivo-601105.shtml

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

GELadeira

Geladeira que não gasta energia usa gel para preservar a comida. O conceito é semifinalista de um concurso de design da Electrolux.

A geladeira Bio Robot, criada pelo designer Yuriy Dmitriev, não possui nenhum tipo de componente elétrico. Ela possui um gel de biopolímero verde, que preserva os alimentos através da luminescência.

Para guardar qualquer tipo de alimento basta pressioná-lo contra o gel que ele será envolto pelo gel, criando uma espécie de "cápsula" para cada produto.

Yuriy chama a atenção para os benefícios da Bio Robot: ela não consome energia, é silenciosa, quatro vezes menor que uma geladeira comum mas com espaço de armazenamento maximizado e a ausência de porta permite colocar a Bio Robot na vertical ou na horizontal.

Londres tem primeiro prédio com turbina eólica acoplada

A capital inglesa tem o primeiro prédio do mundo com hélices instaladas no topo, gerando 8% da energia consumida.

São 148 metros de construção e, nos seus últimos andares, as turbinas, já acopladas no projeto inicial, geram parte da energia gasta no edifício, representando uma economia para o edifício e um alívio para a natureza. O lugar é residencial e possui 408 apartamentos nos seus 42 andares. Com a ventilação natural, são produzidos 50MWh por ano.
 Quem quiser morar nesse prédio verde, no entanto, terá que gastar. Cada apartamento custa 2,5 milhões de libras

Fonte: http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2010/03/16/londres-tem-primeiro-predio-com-turbina-eolica-acoplada

Próximo edífico mais alto do mundo será ecologicamente correto

Miami está planejando construir uma torre de 975 metros, 183 metros mais alta do que o Burj Khalifa, que será uma cidade dentro da uma cidade. O prédio será construído com as melhores tecnologias sustentáveis, além de ser a maior estrutura do Estados Unidos com certifição LEED.

Projetada para ser construída em Watson Island, o Miapolis terá 160 andares onde funcionarão espaços de entretenimento, residências, parque de diversão, observatório, restaurantes, lojas e quartos de hotel.

Entre os fatores que tornam o Miapolis ecologicamente correto estão: o uso de energia eólica, dessalinização de água, telhado verde, coleta de água da chuva, gestão de resíduos sólidos e líquidos e compensação das emissões de carbono. A cidade espera que o empreedimento crie 46 mil empregos durante a construção e 35 postos de trabalho permanente.

Fonte: http://pensandoverde.blogtv.uol.com.br/2010/03/03/proximo-edifico-mais-alto-do-mundo-sera-ecologicamente-correto