quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Ecowood - madeira plástica

A madeira plástica Ecowood é um produto ecologicamente correto, fabricado a partir da transformação de matérias-primas reaproveitáveis (naturais ou não) e de materiais recicláveis, como resíduos de diversos tipos de plásticos e fibras vegetais. Desse processo, resultam peças que podem imitar e/ou substituir a madeira natural com uma série de vantagens.
A base do produto é qualquer tipo de plástico reciclável, ao qual se pode agregar até 40% de fibras vegetais, tais como serragem, fibra de coco, bagaço de cana, bambu, borra de café, sisal, juta, sabugo de milho, casca de arroz, raspas de couro, algodão, folhas, e mais uma infinidade de outras.

O processo de fabricação da Ecowood, baseado na aplicação de tecnologias modernas e sem a queima de combustívesi fósseis, é totalmente inofensivo ao meio ambiente. A Ecowood pode substitir a madeira natural na construção de decks, piers, móveis de jardim e piscina, cercas, pallets industriais, quiosques e outras peças que demandem um material prático, de alta resistência e que dispense manutenção.



Além de contribuir para a preservação das florestas, esse produto apresenta uma série de vantagens:
- Totalmente composto por materiais recicláveis;
- Não empena, não racha e não solta farpas como a madeira natural;
- Apresenta contração e expansão insignificantes sob temperatura ambiente;
- Não absorve ou retém umidade;
- É totalmente impermeável;
- Dispensa a aplicação de resinas seladoras e vernizes;
- Resistente à corrosão natural ou química;
- Pode ser cortada, aparafusada, pregada, fixada com encaixe, colada com cola;
- Pode ser trabalhada com as mesmas ferramentas aplicadas na madeira natural;
- Pode ser pigmentada, pintada, acrescida de anti-UV e anti-chama;
- É totalmente imune a pragas.
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Fonte: http//www.ecowoodrio.com.br/

Ecosimple - Alternativa sustentável para a indústria têxtil


Por mês, milhões de toneladas de sobras de tecidos são descartados. Esse acúmulo gerado pode ser visivelmente observado nos aterros sanitários.

A empresa SimpleTex, em parceria com grande companhias têxteis e com a comunidade, desenvolveu um novo tecido chamado Ecosimple - que surge da reciclagem de retalhos de tecidos. Para isso, os retalhos são recolhidos nas indústrias e levados para pequenas cooperativas onde são catalogados e separados por cor. Depois disso, passam por vários processos, todos livres de tratamentos químicos, para serem fiados novamente e formar um outro tecido.

Por já estarem separados por cor, não é necessária a adição de qualquer espécie de tinta ou corante. As tonalidades desejadas são obtidas através das cores originias dos tecidos, aproveitando a coloração natural das fibras e suas diversas nuances.

Cláudio Rocha, diretor comercial da SimpleTex, fabricante do Ecosimple, fala que uma das maiores dificuldades da empresa foi o grande investimento que tiveram que fazer em tecnologia, mão de obra e equipamentos. Além disso, ressalta a qualidade do material produzido, já usado inclusive pelo estilista Alexandre Herchcovitch.

"O grande diferencial de um produto sustentável está no aspecto social. Através do desenvolvimento desse produto, a empresa procura fomentar a devida valorização da biodiversidade ambiental, social e cultural", comenta Cláudio.
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Fonte: Atitude Sustentável UOL
http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2010/07/27/industria-textil-produz-alternativas-sustentaveis/

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ecologia até depois da morte...

Desculpem o assunto um pouco mórbido, mas interessante: caixões de papelão reciclável.
No Reino Unido, onde a ecologia é mais valorizada e investida, 12% dos enterros já são em caixões biodegradáveis e em campos de reflorestamento. Aqui no Brasil, a empresa Biourna inovou desenvolvendo os caixões de papelão.
Eles suportam até 200kg de corpo mais a terra, podem ser carregados pelas alças com segurança. São produzidas com papelão ondulado (papel reciclável) e celulose de reflorestamento auto-sustentável, e custam cerca de R$500. As bio urnas também são recomendadas para cremações, porque emitem gazes poluentes a atmosfera expressivamente menores, já que queimam em menos tempo.
Os produtos estão sendo exportados para os estados Unidos e Inglaterra e ganha aos poucos espaço no mercado brasileiro.
"A urna tradicional de madeira é feita com cerca de três árvores e podem levar 13 anos para se decompor", diz Fernando Galante, comerciante da Biourna.
Há todas informações no site da Biourna, como também outras formas de morte verde, o primeiro caso no Brasil e algumas fotos de modelos.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/biourna-funeral-ecologico-caixao-papelao-reciclado-602029.shtml

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Um pouco mais sobre a impressora que não usa tinta


Lembram-se da "impressora verde", já aqui mencionada? Pois agora temos mais algumas informações sobre a mesma. O papel da impressora PrePeat RP-3100 é feito de plástico PET, o que significa que ele pode ser reutilizado por até 1.000 vezes. Então, se você imprimiu alguma coisa de que não vai mais precisar, o papel pode ser reinserido na impressora, onde a cabeça térmica imprime palavras sem tinta de novo. Ou seja, é possível "apagar" do papel a impressão que não será mais utilizada. A PrePeat RP-3100 pode ser bem ecológica, mas tem suas desvantagens. Ela só imprime em preto-e-branco, custa absurdos 5.600 dólares — e cada folha de papel de plástico sai por 3,35 dólares (elas são vendidas em lote de mil). Apesar do preço nada convidativo, a ideia é ótima e, com o tempo, tanto o preço da impressora quanto o do papel de plástico tendem a cair substancialmente.

Vídeo Demonstrativo

Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/esta-impressora-nao-precisa-de-tinta-nem-de-sulfite

Uma (quase) grande ideia!



Antes de estranhar o formato quadradinho, que lembra uma tetra-pak, preste atenção nos detalhes desse interessante projeto elaborado pelo estudante de design Andrew Kim.

A boca foi colocada em um canto, o que facilita para quem quer tomar direto do gargalo – e a quantidade de refrigerante dentro continua a mesma.

No entanto, essas garrafas transformam a estrutura curvilínea da Coca-Cola (e da maioria dos refrigerantes) em cúbicas, permitindo um ganho de espaço em armazenamento em transporte.


Sendo 25% mais “magras” do que a garrafa comum, elas acabam sendo 27% mais eficientes – já que todo o transporte é mais fácil. Ela é 100% feita de subprodutos da cana de açúcar (nada de petróleo) e, também possui um formato "amassável" (conforme a ilustração abaixo), que facilita o transporte a armazenamento no momento da reciclagem, ocupando 66% menos espaço que as garrafas normais (ou seja, cabem mais garrafas no veículo de coleta).

Todas as medidas da nova garrafa também foram pensadas para se encaixarem nas máquinas de venda de refrigerante e geladeiras já existentes.

Contudo, apesar de aparentemente genial, o projeto do jovem designer apresenta alguns defeitos que dificultam sua viabilidade. Os comentaristas do Digg apontaram várias falhas no projeto:
  • Uma garrafa retangular usa mais plástico que uma garrafa cilíndrica para um mesmo volume;

  • Uma garrafa retangular, se tiver a mesma espessura de uma garrafa cilíndrica, ficaria "inchada" devido à pressão do líquido nas paredes da garrafa — mas ela nem aguentaria a pressão para gaseificar o refrigerante;

  • O problema do transporte não é espaço, é peso: as garrafas na parte inferior de um caminhão precisam aguentar o peso das garrafas acima dela;

  • Garrafas cilíndricas se movem com mais estabilidade no engarrafamento automático de bebidas em fábricas;

  • Para reciclagem, garrafas cilíndricas são mais convenientes por não ficarem presas nas máquinas de reciclagem;

  • E, finalmente, a garrafa da Coca-Cola faz parte da marca — "uma garrafa que uma pessoa poderia reconhecer mesmo tocando-a no escuro" — tanto que ela é patenteada.

De qualquer maneira é louvável a intenção do criador do projeto. É através do questionamento que surgem as inovações e as mudanças, e desse ponto de vista o projeto da nova embalagem tem grande valor.

Quem disse que refrigerante só serve para beber?

O designer Daizi Zheng projetou um celular que dispensa o uso de baterias de lítio: ele só precisa de um pouco de Coca Cola para funcionar.

O projeto começou com a ideia de criar um telefone ecológico para a Nokia.

Durante a pesquisa, Zheng percebeu que as baterias eram o grande vilão da sustentabilidade dos aparelhos: fontes de energia caras, que consomem muita matéria prima na sua produção e são nocivas ao meio-ambiente.

A solução encontrada foram as bio baterias – dispositivos que geram energia a partir de carboidratos (no caso, açúcar) utilizando enzimas como catalisadores.

Isso significa que basta uma bebida açucarada para que o telefone funcione. O melhor é que, no processo, ele só libera água e oxigênio.

Segundo o designer, as biobaterias operam por três a quatro vezes mais tempo com uma carga do que as baterias convencionaisalém de serem completamente biodegradáveis.

Se você, assim como algumas pessoas que conheço, é fanático por um copo de Coca gelada e preferiria deixar o celular morrer a “carregá-lo” com uma dose, não se preocupe.

Para você, e para aqueles que também acharam que usar Coca-Cola não era lá muito verde, há alternativas. O exemplo do refrigerante parece ser mais uma jogada de marketing do que uma obrigatoriedade e, como o celular funciona com qualquer líquido que contenha açúcar, você pode imaginar: que bebida usaria para carregar o seu aparelho?


Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2010/01/07/celular-tem-bateria-de-coca-cola/

Audio-bíblias movidas à energia solar


Das milhares de pessoas e centenas de entidades que ajudam as vítimas dos terremotos de janeiro no Haiti com diversos tipos de donativos, uma organização não governamental inovou. A ONG “Faith Comes by Hearing” (algo como “A Fé vem pelo Ouvir”) está doando 600 audiobíblias com baterias carregadas por luz solar.

Chamados de proclaimers, esses aparelhos se assemelham a pequenos rádios de pilha, com os textos bíblicos em diversas línguas (inclusive nos idiomas locais do Haiti). A invenção funcional tanto com painéis solares quanto pequenas manivelas para carregamento manual.

Segundo o fabricante, a bateria dura 15 horas e pode ser recarregada tantas vezes que é capaz de tocar mais de mil vezes o Novo Testamento. Os proclaimers serão dados a pastores, equipes médicas e distribuídos em campos de refugiados.



Fonte: http://www.imbitubagospel.com.br/capa/?p=710 e http://www.profetico.com.br/portal/internacional/2482-haiti-recebe-audiobiblias-proclaimer-com-bateria-solar.html

Vive esquecendo de apagar a luz? Não tem problema, o interruptor pode lembrá-lo!


Esse interruptor criado pelos designers Zhou Yide, Euphe Mo, Hang Zhou e Christine Liu sorri quando a luz está apagada e fica triste quando a mesma permanece acesa.

A forma do botão aliada aos olhinhos de bola fazem dele um alerta muito simpático e bem humorado para quem vive esquecendo a luz acesa ao sair de um cômodo.

“Não se esqueça de apagar a luz;
Me deixe continuar sorrindo;
Deixe a terra continuar sorrindo” , diz a inscrição no lado inferior direito.

É um belo jeito de dar o recado sem ser chato ;D


Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/2010/10/04/o-interruptor-feliz/

O hidrogênio como combustível - Por que isso ainda não é uma prioridade?












Até 2012, ano da Olimpíada de Londres, os black cabs – táxis clássicos das ruas londrinas – estarão circulando de forma mais limpa pela cidade. O anúncio, feito recentemente no City Hall da capital inglesa, apresentou uma versão dos carros pretos com um motor de células de combustível movido a hidrogênio. É o Fuel Cell Black Cab.

A parceria das empresas Intelligent Energy, Lotus Engineering, LTI Vehicles e TRW Conekt, com financiamento da área estratégica de Tecnologia do governo da Grã-Bretanha, projetou um veículo que emite apenas vapor d’água de seu escapamento e promete deixar o ar mais limpo no centro de Londres.

O protótipo Fuel Cell Black Cab é um excitante vislumbre de como a tecnologia do hidrogênio pode, em breve, ter um papel vital na qualidade do ar para os moradores urbanos – afirmou Kit Malthouse, chefe da parceria Londres Hidrogênio.

O sistema de célula combustível da Intelligent Energy foi integrado ao mais recente design do LTI TX4 – modelo usado nos táxis – e enquadra-se no veículo sem invasão do espaço interno ou do porta-malas. O motor foi criado especificamente para atender à última legislação de emissões da Euro IV.

O Fuel Cell Black Cab é um táxi que se enquadra no século 21, com seus centros urbanos cada vez maiores, onde a exigência de boa qualidade do ar se faz urgente para todos nós – disse Henri Winand, CEO da Intelligent Energy.

Ainda este ano, a Transport for London começará a operar com cinco ônibus a hidrogênio, e o prefeito de Londres, Boris Johnson, comprometeu-se a trabalhar com os fabricantes para fazer com que todos os táxis operem com zero emissão até 2020.

Fonte: Caderno Nosso Mundo Sustentável - Zero Hora
http://wp.clicrbs.com.br/nossomundosustentavel/2010/09/14/futuro-limpo-para-o-black-cab/?topo=13,1,1,,,13

Plástico Verde



Com o cenário econômico e social cada vez mais favorável para o uso de matérias-primas de fonte renovável e alternativas ao petróleo, os pesquisadores do Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem retomaram, em 2005, estudos para produção de eteno a partir de etanol, com objetivo de produzir um polietileno 100% “verde”, proveniente de matérias-primas renováveis.


O biopolietileno é resultado de um processo de polimerização equivalente aos processos já conhecidos e dominados, tendo como grande diferencial a obtenção do eteno, produzido por desidratação do etanol da cana-de-açúcar. Através desta tecnologia, foi possível integrar a alta experiência e competitividade do Brasil no setor sucroalcooleiro com o know-how da Braskem no desenvolvimento e na produção de resinas termoplásticas.

O processo de obtenção de eteno a partir de etanol proveniente de fonte renovável ocorre através da desidratação do álcool na presença de catalisadores. Os contaminantes gerados no processo devem ser removidos através de sistemas apropriados de purificação sendo estes o grande salto tecnológico que a Braskem desenvolveu. Como sub-produto, é gerada água que pode ser reutilizada em diferentes etapas agrícolas ou do processo industrial. O eteno possui pureza adequada para qualquer processo de polimerização e permite a obtenção de qualquer tipo de polietileno.


Fonte: Braskem: http://www.braskem.com.br/plasticoverde/principal.html