

Estamos no 9º semestre do curso de Administração da UFRGS (Porto Alegre - RS), e somos estudantes da disciplina de Gestão Sócio-Ambiental nas Empresas, ministrada pelo Professor Luís Felipe Nascimento. Através deste blog, do nosso twitter, facebook e de outras ferramentas de comunicação, iremos difundir conhecimentos e tendências sobre ecodesign, assim como informações sobre o ciclo de vida dos produtos.



A boca foi colocada em um canto, o que facilita para quem quer tomar direto do gargalo – e a quantidade de refrigerante dentro continua a mesma.
No entanto, essas garrafas transformam a estrutura curvilínea da Coca-Cola (e da maioria dos refrigerantes) em cúbicas, permitindo um ganho de espaço em armazenamento em transporte.
Uma garrafa retangular usa mais plástico que uma garrafa cilíndrica para um mesmo volume;
O problema do transporte não é espaço, é peso: as garrafas na parte inferior de um caminhão precisam aguentar o peso das garrafas acima dela;
Garrafas cilíndricas se movem com mais estabilidade no engarrafamento automático de bebidas em fábricas;
Para reciclagem, garrafas cilíndricas são mais convenientes por não ficarem presas nas máquinas de reciclagem;
E, finalmente, a garrafa da Coca-Cola faz parte da marca — "uma garrafa que uma pessoa poderia reconhecer mesmo tocando-a no escuro" — tanto que ela é patenteada.
Durante a pesquisa, Zheng percebeu que as baterias eram o grande vilão da sustentabilidade dos aparelhos: fontes de energia caras, que consomem muita matéria prima na sua produção e são nocivas ao meio-ambiente.
A solução encontrada foram as bio baterias – dispositivos que geram energia a partir de carboidratos (no caso, açúcar) utilizando enzimas como catalisadores.
Isso significa que basta uma bebida açucarada para que o telefone funcione. O melhor é que, no processo, ele só libera água e oxigênio.
Segundo o designer, as biobaterias operam por três a quatro vezes mais tempo com uma carga do que as baterias convencionais – além de serem completamente biodegradáveis.
Se você, assim como algumas pessoas que conheço, é fanático por um copo de Coca gelada e preferiria deixar o celular morrer a “carregá-lo” com uma dose, não se preocupe.
Para você, e para aqueles que também acharam que usar Coca-Cola não era lá muito verde, há alternativas. O exemplo do refrigerante parece ser mais uma jogada de marketing do que uma obrigatoriedade e, como o celular funciona com qualquer líquido que contenha açúcar, você pode imaginar: que bebida usaria para carregar o seu aparelho?
Das milhares de pessoas e centenas de entidades que ajudam as vítimas dos terremotos de janeiro no Haiti com diversos tipos de donativos, uma organização não governamental inovou. A ONG “Faith Comes by Hearing” (algo como “A Fé vem pelo Ouvir”) está doando 600 audiobíblias com baterias carregadas por luz solar.
Chamados de proclaimers, esses aparelhos se assemelham a pequenos rádios de pilha, com os textos bíblicos em diversas línguas (inclusive nos idiomas locais do Haiti). A invenção funcional tanto com painéis solares quanto pequenas manivelas para carregamento manual.
Segundo o fabricante, a bateria dura 15 horas e pode ser recarregada tantas vezes que é capaz de tocar mais de mil vezes o Novo Testamento. Os proclaimers serão dados a pastores, equipes médicas e distribuídos em campos de refugiados.
Fonte: http://www.imbitubagospel.com.br/capa/?p=710 e http://www.profetico.com.br/portal/internacional/2482-haiti-recebe-audiobiblias-proclaimer-com-bateria-solar.html
A forma do botão aliada aos olhinhos de bola fazem dele um alerta muito simpático e bem humorado para quem vive esquecendo a luz acesa ao sair de um cômodo.
“Não se esqueça de apagar a luz;
Me deixe continuar sorrindo;
Deixe a terra continuar sorrindo” , diz a inscrição no lado inferior direito.
É um belo jeito de dar o recado sem ser chato ;D
Com o cenário econômico e social cada vez mais favorável para o uso de matérias-primas de fonte renovável e alternativas ao petróleo, os pesquisadores do Centro de Inovação e Tecnologia da Braskem retomaram, em 2005, estudos para produção de eteno a partir de etanol, com objetivo de produzir um polietileno 100% “verde”, proveniente de matérias-primas renováveis.
O biopolietileno é resultado de um processo de polimerização equivalente aos processos já conhecidos e dominados, tendo como grande diferencial a obtenção do eteno, produzido por desidratação do etanol da cana-de-açúcar. Através desta tecnologia, foi possível integrar a alta experiência e competitividade do Brasil no setor sucroalcooleiro com o know-how da Braskem no desenvolvimento e na produção de resinas termoplásticas.
O processo de obtenção de eteno a partir de etanol proveniente de fonte renovável ocorre através da desidratação do álcool na presença de catalisadores. Os contaminantes gerados no processo devem ser removidos através de sistemas apropriados de purificação sendo estes o grande salto tecnológico que a Braskem desenvolveu. Como sub-produto, é gerada água que pode ser reutilizada em diferentes etapas agrícolas ou do processo industrial. O eteno possui pureza adequada para qualquer processo de polimerização e permite a obtenção de qualquer tipo de polietileno.
Fonte: Braskem: http://www.braskem.com.br/plasticoverde/principal.html