terça-feira, 30 de novembro de 2010

Luminárias feitas com caixas de ovos


O designer americano Victor Vetterlein desenvolveu as lâmpadas para o projeto Trash Me conceituando-se no termo “transitório”. A proposta foi criar produtos a partir de materiais que podem ser facilmente encontrados no lixo e que possuíssem um ciclo de vida curto.



Cada uma das lâmpadas Trash Me é feita com quatro embalagens de ovo, misturadas com água e moldadas em formas, um processo semelhante aos trabalhos manuais com papel marchê. Depois do final do uso ou desgaste da estrutura o produto pode ser desmontado e reutilizado, ou então destinado a uma posterior reciclagem.

Vetterlein é formado pela Universidade do Colorado em Ciência em Gerenciamento de Construção e Belas Artes, com mestrado em Arquitetura e seu escritório tem sede em Nova Iorque. Mais trabalhos seus podem ser encontrados no site: http://victorvetterlein.com




Fonte: http://www.designatento.com/design-sustentavel/eco-design/projeto-trash-me.html

Os benefícios dos Telhados Verdes


Há algumas décadas, construtores e arquitetos de todo o mundo começaram a adotar os telhados verdes na hora de projetar e construir casa de clientes que prezavam por um ambiente mais agradável e sustentável. Logo os benefícios da técnica ganharam o mundo e os ecotelhados passaram a ser copiados em todas as regiões do planeta.

E não é apenas a beleza que chama a atenção de quem vê uma construção coberta por plantas, flores e até pequenas árvores. A técnica é capaz mitigar muitos dos problemas ambientais comuns em locais onde os telhados convencionais são predominantes, como excesso de poluição, poeira e barulho, presença de ilhas de calor e alagamentos em época de chuvas.

A “mágica” é possível graças à estrutura dos telhados verdes, que é capaz de abrigar diversas espécies vegetais em um local que, até então, não teria nenhuma serventia além proteger os habitantes do local.

Dados da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, apontam que cerca de 25% da superfície de uma cidade é composta por telhados. Como resultado, 80% da incidência solar é absorvida por essas coberturas impermeáveis.



Ao plantar gramas, arbustos e mudas de diversas espécies nos telhados, é possível resolver, de imediato, dois dos grandes problemas urbanos de uma só vez: a impermeabilização do solo e as ilhas de calor.

A opinião é do doutor em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo e professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Márcio D’Ávila. Segundo ele, as cidades chegam a ser 5°C mais quentes que os ambientes rurais e a maior causa é o excesso de asfalto e de materiais impermeáveis que cobrem a terra.

Com os telhados verdes, as plantas extraem o calor do ambiente pela evaporação, fotossíntese e pela capacidade de armazenar calor de sua própria água. Dessa forma, a superfície verde funciona como um isolante térmico, reduzindo as oscilações de temperatura e, consequentemente, a energia elétrica gasta para aquecer e resfriar o interior do local.

Além disso, o substrato de terra e argila presentes no ecotelhado é capaz de absorver até 70% da água da chuva, reduzindo o transbordamento de esgotos, aumentando a vida útil dos sistemas de escoamento e devolvendo uma água mais limpa para a bacia hídrica circundante.

Para completar, as plantas ainda retêm as partículas suspensas de poeira e poluição, melhoram a acústica do ambiente, garantem sombra e durante o processo de fotossíntese, produzem um ar mais puro para a região.


Mais simples do que parece

Segundo o engenheiro agrônomo e diretor da Ecotelhado, João Manoel Feijó, qualquer laje impermeabilizada pode receber um telhado verde. Existem três modelos disponíveis no mercado específicos para cada tipo de construção e para cada categoria de plantas que será utilizada.

“A diferença é em relação à espessura da camada de substrato”, explicou o professor Márcio D’Ávila. “Essa camada de terra varia de acordo com o tipo de uso que o telhado vai ter e com a área disponível. Uma camada mais fina exige menor manutenção e geralmente é usada para gramíneas, já uma mais grossa possibilita uma maior cobertura vegetal e tem maior manutenção”, esclarece.

A instalação de um ecotelhado inclui diversas etapas, como a disposição de uma camada impermeabilizante, de um sistema de drenagem, da camada de solo e de uma vegetação adequada à superfície a ao clima local. A manutenção, segundo Feijó, é igual a de um jardim comum e os custos são similar a de um telhado convencional.

Mas antes de sair plantando qualquer coisa na superfície de sua casa, peça ajuda a um profissional. “Hoje existe um amplo leque de possibilidades de projetos. Mas é preciso analisar alguns aspectos para garantir que a estrutura irá aguentar”, alerta o professor D’Ávila.


Mercado em crescimento

Com tantas vantagens, não é surpresa que o mercado dos telhados vivos esteja em expansão. Para João Manoel Feijó, a tecnologia é uma tendência. Sua empresa, pioneira na implantação dos ecotelhados no Brasil, tem visto sua demanda dobrar anualmente.

“Estamos agora num ponto de virada da história da civilização. Há 50 anos a maioria da população vivia na zona rural e hoje no Brasil caminhamos para 80% de urbanização. A população anseia por contato com a natureza, cada vez mais distante, e o ecotelhado desponta como uma solução para esse problema”.

Para Márcio D’Ávila é preciso tornar a implantação dos telhados mais dinâmica e acessível para a população. Informar melhor a sociedade dos benefícios da técnica, intensificar estudos e pesquisas que aprimorem a tecnologia, rever alguns critérios da legislação e reforçar a participação dos governos na propagação do sistema é fundamental, garante o professor.

“Hoje há demanda, interesse e sensibilização por parte da sociedade. O desafio agora é criar um mercado para isso, com incentivos econômicos e de gestão. Aí veremos como essa tecnologia é benéfica não apenas para questões térmicas e ambientais, mas para a própria relação que o homem tem com os recursos naturais ao seu redor”, conclui.

Opções no Brasil de Calçados Sustentáveis


Querido entre jovens e pessoas que optam pelo conforto, o tênis é aquele aliado na hora da corrida, da academia, da faculdade e até do trabalho. Novas linhas de marcas famosas chegaram ao mercado brasileiro e unem conforto, beleza e pensamento sustentável.

A Timberland, por exemplo, já está preparando sua coleção verão 2011 para quem pratica atividades físicas, como corrida ou trilha. Para os adeptos das atividades outdoor, a marca lançou o tênis TMA Mountain Run-Off Low.

Voltado para o público feminino, o tênis é ecologicamente correto por ser feito com o solado Green Rubber, em que 42% da borracha é de pneu reciclado. Além disso, os cadarços são de PET reciclado, assim como a maioria dos calçados da marca.

A marca também pensou no conforto. A parte externa é feita com a tecnologia “Stability Control Frame”, que aumenta a estabilidade dentro do calçado. Além disso, o tênis possui uma suspensão independente, que se adapta ao terreno, palmilhas removíveis e anti-microbiais. Para dar aquele toque feminino, o tênis é confeccionado nos tons de cinza e rosa. As interessadas podem comprar o produto por R$ 359,00 nas lojas da marca.


Outra linha de tênis sustentáveis foi lançada pela marca Öus. O couro dos tênis da linha Ecolab Vegetal são produzidos a partir do látex natural de seringueiras. A estampa é impressa em lona de algodão e o tecido é feito de PET reciclado. Além disso, o forro, que ganhou estampa de folhas, é feito com poliéster reaproveitado.

O solado dos tênis da linha Ecolab são de borracha produzida com látex in natura. Um detalhe interessante é que ele possui as cores verde e amarelo e seguem aquele modelo típico dos skatistas. Os preços variam entre R$ 260,00 e R$ 300,00.


Também querida pelos amantes do skate, a marca Vans é conhecida pelos tênis que aguentam lixa, asfalto e muito concreto. Foi pensando nos skatistas mais ligados nas causas ambientais, que a marca lançou alguns modelos para os pés responsáveis.

Seu último lançamento é um tênis feito para passeio, o tecido é feito de PET reciclado e utiliza tinta a base de água que não agride o meio ambiente. O tênis vem na cor vinho ou azul e pode ser comprado nas lojas da marca em todo o Brasil.


Outra opção é o tênis da Naturezza. 100% ecológico, ele é feito com tecido composto por algodão e garrafa PET reciclados e juta natural. O calçado traz ainda cadarço de juta e ilhós de alumínio vindo de latinha de refrigerante, ambos reciclados.

A sola é feita com cortiça reciclada e andiroba que tem propriedades antiderrapantes. A palmilha é feita com borracha atóxica conhecida por EVA (Etil Vinil Acetato) forrada com tecido tingido com tinta a base d’água, o que confere boa transpiração e conforto aos pés.

Lançada em junho, a marca faz parte do grupo Via Uno. Na produção dos tênis é usado um adesivo a base d’água em lugar da cola de sapateiro, extremamente tóxica. O calçado que vem na cor bege ou nude pode ser comprado nas lojas Via Uno por R$ 80,00.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/09/tenis-sustentaveis-ja-estao-no-mercado-brasileiro/


Empresa de Design cria caneta 98% biodegradável


Material básico em qualquer mesa de escritório, as canetas possuem um inconveniente: têm utilidade igualmente proporcional à sua capacidade de serem perdidas.

E, mesmo que fossem aproveitadas até a última gota de tinta, elas ainda teriam que ser descartadas de alguma forma – o que gera outro problema.

Afinal, as canetas são compostas de plástico, um material que não se degrada facilmente na natureza, poluindo o solo e os oceanos por centenas de anos.

Um novo produto, no entanto, promete mudanças no universo das esferográficas. A empresa de design DBA, com sede em Nova York, criou uma caneta 98% biodegradável.

A DBA 98 é composta 98% de bioplástico feito de batata. O reservatório de tinta também é feito de fibras renováveis e biodegradáveis, e a própria tinta não possui ingredientes tóxicos – é composta por água, pigmentos atóxicos, glicerina e benzoato de sódio.

A embalagem das canetas é feita 100% de materiais reciclados, impressa com tinta vegetal e pode ser completamente reciclada. Além disso, a DBA afirma que sua fábrica é movida a energia eólica e possui certificado ISO 14001.

Para se ter uma ideia, enquanto um plástico convencional leva até 450 anos para se decompor, as canetas DBA 98 se decompõe completamente em 180 dias.

As vendas começam no dia 30 de abril nos EUA e o preço é de US$ 8 (equivalente a R$ 14) por um pacote com três canetas. Bastante salgando ainda, se comparado as canetas comuns. Mas, como toda novidade, seu preço tende a diminuir com o tempo.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/04/empresa-cria-caneta-98-biodegradavel/

Solio: o prático carregador solar portátil


O Solio é um aparelho portátil que se utiliza da luz solar para carregar celulares, Ipods, MP3, Palm Tops, GPS, câmeras fotográficas, etc. O apetrecho de apenas 158g tem o objetivo de preservar e reduzir os custos da energia utilizada mundialmente por esses utensílios nas tomadas das casas. Além de coletar energia solar, a empresa que fabrica o produto, a Better Energy Systems, planta árvores em florestas para compensar o dióxido de carbono produzido com a sua fabricação.

A energia do sol transformada em eletricidade através das suas células fotovoltaicas é fácil de ser recolhida e pode ser feita em qualquer lugar, um processo rápido, insonoro e limpo que depende apenas do sol. Além da energia usada para carregar os aparelhos ter a mesma capacidade que uma tomada comum, o Solio possui uma bateria interna potente que pode armazenar energia por até um ano. Quando está totalmente carregado, tem energia o suficiente para carregar um celular comum ou um iPod Nano por pelo menos duas vezes.

O carregador chamou a atenção de empresas como a Vodafone e a marca de surf Quicksilver, que o adotaram e, inclusive, já foram oferecidas versões personalizadas com uma edição especial para os fãs da banda Coldplay, com gráficos de um álbum da banda. Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi presenteado com um exemplar do aparelho.

Desenhado para ter uma longa vida útil, o compacto avanço tecnológico totalmente reciclável não destrói a natureza, e, sim, a ajuda na sua preservação e é ideal para viagens. Ele é vendido em vários países e, no Brasil, está disponível em lojas virtuais.

Energia Solar

As vantagens desse tipo de energia são que a fonte de energia é ilimitada, renovável e limpa, já que não polui o meio ambiente. Por outro lado, as desvantagens são os altos custos das placas com células fotovoltaicas e o problema de que o sistema solar elétrico só funcionaria em dias de sol. Durante à noite ou dias nublados, o sistera ficaria parado.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/carregador-de-luz-solar


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Google e IBM investem em sustentabilidade


Vilões do meio ambiente, os coolers devoram energia para resfriar computadores e datacenters – em alguns casos, são responsáveis por 30 a 70% dos gastos com energia. Em tempos de recessão econômica e aquecimento global, é preciso encontrar tecnologias alternativas para o resfriamento das máquinas. Para o Google, IBM e outras empresas, a água é a saída.

Quando falamos em água, é claro, não se trata de água limpa, um bem cada vez mais escasso. A ideia é reaproveitar – e tratar – a água que foi utilizada em alguma indústria, por exemplo, e a água da chuva. Nos datacenters do Google, duas plantas já estão aproveitando a água reutilizada e a intenção é chegar a 80% das instalações em 2010.

Para esfriar os datacenters, após o tratamento da água, há tubos onde escorre água por dentro, que é evaporada com o calor gerado pelos computadores, esfriando o datacenter. Desta forma, o uso dos coolers não precisa ser tão intenso. Para saber mais, visite o endereço http://www.google.com/corporate/green/index.html.

A IBM, em parceria com o Swiss Federal Institute of Technology (ETH), faculdade de tecnologia em Zurique, na Suíça, desenvolveu um microchip de supercomputador que com microtubos que conduzem água na parte traseira dos chips. Vamos dizer que é uma versão ultrasofisticada dos sistemas de refrigeração adotados pelos gamers para resfriar com água seus nervosos desktops com overclock.

O computador da IBM e do ETH, batizado de Aquasar, atinge a velocidade de 10 terflops, mas não é comilão: gasta 40% menos energia do que se tivese um sistema de resfriamento com ar condicionado, segundo a IBM. (Veja mais no site do ETH, no endereço http://www.ethz.ch/index_EN).

Agora, a parte mais interessante: a água usada no Aquasar é levada diretamente ao sistema de aquecimento da faculdade. Em um país frio como a Suíça parece ser uma boa ideia, certo?


Fonte: http://info.abril.com.br/corporate/blog/conexao-cio/20090623_listar.shtml

Nanociência e a revolução das células fotovoltaicas


Células solares “impressas” em folhas de papel ou “pintadas” em paredes, janelas e telhados. A ideia pareceu surreal? Desenvolvida na Universidade do Texas, a nanopartícula solar em formato de tinta capta a energia do Sol, transformando-a em eletricidade.

Segundo Brian Korgel, engenheiro químico e um dos pesquisadores responsáveis pelo projeto, a nova célula poderá ser fabricada utilizando apenas um décimo dos custos necessários para produzir uma placa solar tradicional.

“Isso é essencialmente o que é necessário para tornar a tecnologia da célula solar fotovoltaica amplamente adotada”, disse Korgel. “O Sol fornece um recurso de energia quase ilimitado, mas as atuais tecnologias de aproveitamento solar são caras e não podem competir com os combustíveis fósseis.”

Nos últimos dois anos, Korgel e sua equipe têm trabalhado na fabricação dos nanomateriais para a energia fotovoltaica – ou célula solar. Os estudos estão sendo desenvolvidos no Departamento de Química e Bioquímica da Universidade, em parceria com o Departamento de Engenharia Electrotécnica e Informática. O estudo também foi apresentado recentemente em uma edição da conceituada revista Journal of American Chemical Society.

A tinta solar

As tintas podem ser utilizadas em uma impressora rolo a rolo e em uma superfície de plástico ou aço inoxidável. “Você teria que pintar algumas camadas da tinta no material absorvente”, informou Korgel. Ele conta que o processo utiliza nanomateriais para a absorção da luz solar 10 mil vezes mais finos que um fio de cabelo. Graças às propriedades físicas do seu tamanho microscópico, é possível obter uma maior eficiência dos dispositivos, afirma.

Em 2002, ele co-fundou uma companhia chamada Innovating, baseada na Califórnia, que produz tintas usando o silício como base. Desta vez, Korgel e sua equipe estão usando seleneto de cobre, índio e gálio (CIGS), que são mais baratos e mais benignos em termos de impacto ambiental.

“CIGS tem algumas vantagens sobre o silício”, disse Korgel. “Esse é um semicondutor de gap de banda direto, o que significa que você precisa de muito menos material para fazer uma célula solar, e essa é uma das maiores vantagens em potencial do produto”.

Sua equipe desenvolveu protótipos de células solares com uma eficiência de 1%, no entanto, eles visam chegar a 10%. “Se chegarmos a 10 % haverá um verdadeiro potencial de comercialização”, disse Korgel. “Se funcionar, acho que você poderá vê-lo sendo usado dentro de três a cinco anos”, afirmou o engenheiro que também informou que já há interesses de possíveis parceiros comerciais.

Nanotecnologia pode tornar 10 vezes maior a vida útil das baterias


Adrian Ionescu, da Escola Politécnica Federal de Lausanne, falou sobre seu plano ambicioso, que envolve nanociência e nanocabos para “fechar” transistores abertos, e explicou que a visão deles é “compartilhar essa pesquisa para que os fabricantes sejam capazes de produzir o cálice sagrado dos eletrônicos, um computador que utilize um nível insignificante de energia quando estiver no modo sleep, que nós batizamos de PC zero-watts.”

Num só movimento, todos vocês cruzem os dedos e repitam: por favor, que a pesquisa desses suíços para aumentar a vida da bateria de celular torne-se real. Os gadgets e seus aplicativos se tornarão mais eficientes e nosso planeta ficará muito mais saudável.



Fonte: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/com-nanotecnologia-baterias-de-celular-podem-aumentar-vida-util-em-ate-10-vezes

Protótipo de mesa gera energia de modo natural


O que acha de ter uma mesa de centro capaz de recarregar a bateria do seu celular enquanto você assiste TV ou conversa com as visitas? E não pense que essa eletricidade virá de uma tomada qualquer. Reparou na grama no topo da mobília? Ela não foi usada só para decorar o ambiente, mas também para que a reação metabólica natural dos micróbios presentes no solo gere a energia necessária para carregar o aparelho.

O protótipo foi desenvolvido pelo escritório de design Néctar e batizado de Volt Pot. Sua superfície é dividida ao meio: um lado serve para colocar objetos (inclusive o que será carregado), enquanto o outro é coberto por plantas.

É exatamente nesse lado que fica o segredo do seu funcionamento. Abaixo da grama foi colocada uma gaveta com terra e outros componentes naturais a esse tipo de ambiente. Ali dentro ocorre uma série de reações químicas que serão convertidas em uma corrente elétrica de baixa intensidade, porém constante.

Até agora os invetores disseram já ter conseguido gerar um watt por metro cúbico de solo. Mas afirmam ainda que testes demonstraram um potencial até 10 vezes maior.

Se o equipamento funcionar, os usuários poderão carregar pequenos gadgets, como celulares, mp3s e pilhas recarregáveis, aproveitando a energia que já está disponível e agredindo ainda menos o meio ambiente.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/03/mesa-gera-energia-para-pequenos-gadgets/

O inimigo n° 1 do modo “stand by”


Argentino cria plug de tomada programável, ideal para aparelho que não precisam ficar ligados na tomada o dia todo.

A invenção de Santiago Cantera foi apresentada na Green Gadgets, feira de produtos verdes em Nova York.

Chamado de Energy Fair Clock, o plug possui um timer que permite acertar os horários em que a energia será ligada ou desligada daquele aparelho. Para quem trabalha fora de casa, por exemplo, é possível estipular que a TV passe o período das 9h às 18h sem consumir energia da rede – mesmo conectada à tomada.

Dá para criar quantos intervalos desejar: ligado entre as 14h e as 15h, desligado até as 18h; plugado novamente até as 21h e etc… Já para quem tem o hábito de carregar o celular à noite, é possível estipular que o plug funcione por um período X, o suficiente para reabastecer o aparelho sem consumir energia pelo restante da noite.

Para se ter uma ideia desse gasto no modo “stand by” de aparelhos como microondas (que passam o dia plugados), uma televisão e um receptor de TV por assinatura apenas ligados na tomada, mas sem uso, consomem em média 10 watts por hora.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/03/plug-de-tomada-controla-energia/

A energia que vem dos pés


Pesquisador da Universidade Louisiana Tech, nos Estados Unidos, cria sapato que armazena a energia das caminhadas.

A tecnologia desenvolvida pelo Dr. Ville Kaajakari coleta energia com um gerador colocado dentro da sola de um calçado – no caso, um tênis.

O sistema é baseado e um novo circuito de regulação que converte carga piezoelétrica em voltagem adequada para carregamento de baterias ou para abastecer diretamente equipamentos – como celulares.

Ele usa um material barato, que é macio e resistente, e tem as mesmas propriedades dos amortecedores dos tênis. Assim, os usuários não notariam a diferença ao praticarem atividades físicas.

O objetivo final é utilizar o sistema para abastecer celulares, MP3 players e outros dispositivos. Isso, no entanto, deve demorar um pouco – uma vez que, como outros aparelhos similares, este ainda não gera quantidade de energia suficiente para tais gadgets.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/05/tenis-gera-energia-em-caminhada/

Ecodesign até na Marmita!


Aperte o botão para aquecer ou esfriar e tenha algo quente ou gelado, como uma fruta ou uma sopa. Mil opções e praticidade no dia a dia e tudo isto ligado ao meio ambiente. Pois bem, eis que surge a Sunflower Lunchbox, a mais nova idéia verde da Designer Edita Barabas.

Possui um criativo formato de flor, compartimentos individuais para aquecer ou esfriar cada item e ainda existe um controle de temperatura para cada área, pois os seus painéis repletos de células solares armazenam energia em uma bateria interna.

E chegada a hora de se servir e comer, a Sunflower possui compartimentos que podem ser removidos individualmente, pois elas são projetadas para que o circuito só funcione com a tampa fechada.


E dando destaque pro mais interessante: Não precisa de energia da tomada. Basta colocá-la na janela e deixar o sol fazer seu trabalho.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/11/marmitex-sustentavel/#more-9315

Prédio de 300 metros de altura projetado para não agredir o meio ambiente


Um curioso edifício chamado “Floating Observatories” (Observatórios Flutuantes) com 300 metros de altura, deve ser o mais novo ponto turístico de Taiwan, informa o site Physorg.

O projeto asiático que deve ficar pronto em 2012 foi pensado para ser uma “árvore tecnológica”, onde estarão um centro de informações, museu, escritórios, sala de conferências, deques fixos e em movimento para observação, além de restaurantes e estacionamento.


Ele foi inteiro projetado para minimizar os impactos ambientais durante e após a construção.

Além do sistema de ventilação que diminuiu o uso de ar condicionado, há turbinas e células solares para gerar energia, um coletor e purificador de água de chuva e fibras ópticas para iluminar as áreas subterrâneas. Há ainda um sistema geotérmico para aquecimento da água que também será usado para manter a temperatura do edifício agradável no inverno.

E mais, cada um dos seus “elevadores” externos tem capacidade para até 80 pessoas e será feito de materiais leves desenvolvidos pela indústria espacial. Eles se movimentarão para cima e para baixo em um trilho vertical sendo sustentados por um forte campo magnético e elevados por balões de hélio.


Com tantos detalhes em sua criação ecologicamente correta, a terceira maior cidade do país chamada de Taichung o premiou em seu concurso Taiwan Tower Conceptual International Competition.

Além do prêmio de US$125 mil, o time terá verba cedida pela prefeitura de Taichung para construir o edifício que, embora bem menor do que o arranha-céu Taipei de 508 metros de altura, deve se tornar um marco no país.


A equipe vencedora é formada por membros da Dorin Stefan Birou Arhitectura (DSBA), Upgrade.Studio e Mihai Cracium e foi liderada pelo arquiteto romeno Stefan Dorin, desbancando outros 236 projetos de 25 países.


Móveis de bagaço de cana-de-açucar!


Cana-de-açúcar basicamente é usada para abastecer carros e bom, pra servir como açúcar mesmo. Mas o bagaço é sempre um item importante a ser analisados, tendo crescido o uso como fonte de energia termoelétrica para a própria usina. Agora o bagaço também ganha outro bom uso: móveis!

Os designers Chen Wei-Che e Chung Yo-Hsun chamam a criação de Zhè, o que pelo acento virado pro lado errado e a presença de um H me faz acreditar que não deve ser lido da mesma forma que o nosso (Jo)Zé.

Não é a primeira vez que o bagaço da cana é usado para coisas diferentes, afinal, segundo o site EcoD, pratos e talheres feitos com o material já deram as caras por aí, mas móveis realmente são novidade.



Segundo o site Designboom, não é só na economia brasileira que a cana de açúcar tem importância, mas também na Taiwanesa, onde três toneladas de bagaço são jogadas fora ou queimadas a cada dez toneladas de produção. Aproveitar essa quantidade toda de lixo que seria gerada é, além de ecologicamente correto, rentável para empresas do setor. Basta ter criatividade e pôr a mão na massa, ou melhor, no bagaço :P

Barcos antigos viram galpões na Inglaterra


Imagine você o que pode ser feito com os restos de um barco. Conseguiu? Não é nada fácil dar um destino útil para esse tipo de meio de transporte. Porém, sempre há um destino útil quando se tem criatividade e consciência ecológica.

Os pescadores de uma ilha na Inglaterra retiraram os barcos da água e os colocaram de cabeça pra baixo. A madeira forte e resistente à água é perfeita para a confecção de um galpão.





Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/11/como-reutilizar%E2%80%A6-barcos/#more-9311

domingo, 28 de novembro de 2010

Estudante cria conceito de carro do futuro

O futuro parece mesmo pertencer aos carros compactos, inteligentes e sustentáveis. Prova disso é esse conceito apresentado pelo estudante de design canadense, Alexei Mikhailov. O VW Pholeum une a tecnologia de combustíveis limpos, um design arrojado e tamanho e funcionalidades adaptadas para as cidades.

Segundo o dono do projeto, a inspiração para o conceito surgiu a partir da ideia de cidades vistas como sistemas vivos, e as pessoas como os nutrientes capazes de mover esse sistema. Os carros, por sua vez, seriam os tecidos capazes de transportar esses nutrientes aos locais onde fossem necessários.


Apesar de a teoria ser bem subjetiva, o carro traz propostas bastante reais para um futuro de mobilidade cada vez mais individual e inteligente. Para começar, o veículo é capaz de acomodar apenas um passageiro, o que torna seu espaço bastante reduzido – ideal para a falta de espaço nas grandes cidades.


As rodas externas, além de criar um visual futurista, ajudam a evitar solavancos e permitem um giro de 360º – uma ajuda para as pessoas que sofrem com manobras e balizas. Os pneus ainda são feitos de borracha biodegradável, totalmente reciclável e reaproveitável.



O interior do carro possui um visual minimalista e os botões de controle, como os de combustível e freios, estão localizados perto do volante – uma simulação de um joystick, ferramenta comum para a geração que irá dirigir esse modelo de carro.
A parte mais interessante do conceito, porém, é a sua tecnologia. O painel de plástico utilizado na carroceria do carro permitirá que, em caso de colisão, o material retorne à sua forma original depois de amassar. Bastará aquecer o local da mossa ou do aranhão para que o plástico retorne ao seu formato original. Esse mesmo material poderá ainda ser reciclado ou remodelado, caso o dano seja irreversível. Já o chassi do veículo será feito com ligas de alumínio em forma de favos de mel, o que garante em um menor peso e maior resistência.
A tecnologia utilizada no carro transformará células de hidrogênio em combustível capaz de alimentar os motores elétricos presentes em cada uma das rodas. Os quatro motores individuais permitirão maior autonomia de energia e servirão como geradores de eletricidade a partir das frenagens realizadas pelo motorista.
Achou muito? Para o criador da proposta, essas características tornam o conceito um modelo ideal de carro para o futuro. “Estas tecnologias como um todo e suas aplicações hipotéticas ajudam a tornar esse conceito um modelo ambientalmente sustentável e serve como uma base para uma solução global no mundo automotivo”, conclui.


Agência da ONU aprova carregador universal de celulares

Carregadores universais vão gastar menos energia, reduzir emissões de gases de efeito estufa e evitar lixo eletrônico/Foto: onggon








A GSMA, entidade que representa a indústria de telefonia celular no padrão GSM (o mais comum no mundo), calcula que o novo aparelho ajudará na redução dos gases que causam o efeito estufa em mais de 13 toneladas. Um carregador de celulares que poderá ser usado em qualquer modelo de aparelho foi aprovado pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), a agência da ONU que regula o setor.

Atualmente, a maioria dos carregadores só pode ser usada em marca específica de celular, e os usuários tendem a trocá-los quando trocam de telefone. Calcula-se que anualmente cerca de 51 mil toneladas de carregadores são jogados fora todos os anos. Os novos carregadores, além de ajudarem a acabar com esse desperdício, devem ser mais econômicos e ainda ajudar a diminuir a poluição.

Efeito estufa

A GSMA, entidade que representa a indústria de telefonia celular no padrão GSM (o mais comum no mundo), calcula que o novo aparelho ajudará na redução dos gases que causam o efeito estufa em mais de 13 toneladas. ”Carregadores universais são uma saída de bom senso que espero ver aplicada em outras áreas”, disse Malcolm Johnson, diretor do escritório de padronização de telecomunicações da UIT.

O aparelho tem uma porta USB, usando tecnologia similar a usada em máquinas fotográficas digitais. Os fabricantes não vão ser obrigados a adotar o carregador, mas a agência da ONU diz que alguns já disseram que concordam com a mudança. ”Planejamos lançar o carregador universal internacionalmente no primeiro semestre de 2010″, disse Aldo Liguori, porta-voz da Sony Ericsson.

Fonte: http://blog.eco4planet.com/2009/10/agencia-da-onu-aprova-carregador-universal-de-celulares/

Ford Fusion com motor elétrico

A Ford é a segunda fabricante a trazer um carro híbrido, que combina motor a gasolina e elétrico, ao Brasil. Para estrear a tecnologia 'verde' em território nacional, a marca escolheu o sedã de luxo Fusion, modelo consagrado nos Estados Unidos e por aqui, mercado que ele lidera com folga. A novidade já está nas lojas, em uma única versão, por R$ 133.900, o que faz do sedã, por enquanto, a opção híbrida mais "em conta" no país. O Mercedes-Benz S400 Hybrid, vendido desde maio deste ano, custa US$ 253 mil -pela faixa de preço, não é concorrente direto do Fusion. O novo modelo rivaliza com outros sedãs de luxo de mesmo porte (veja tabela abaixo), mas sem a mesma tecnologia.

Apesar de ser mais viável, a versão ecológica custa R$ 48.740 a mais do que o modelo de entrada, oferecido por R$ 85.160, e é R$ 26.540 mais cara que a configuração V6, que traz motor mais potente a combustão e pacote de série próximo ao do Hybrid. Diferente da opção convencional, há o motor e um gerador elétrico, uma bateria de níquel metal, localizada atrás do banco traseiro do carro, uma nova transmissão automática continuamente variável, ar-condicionado elétrico, sistema de integração e airbag para joelho do motorista, num total de sete bolsas infláveis.

O motor 2.5 da versão híbrida é irmão do que equipa o modelo somente a gasolina, mas tem menos potência (são 158 cavalos ante os 173 cv do bloco convencional) e torque menor (18,04 kgfm, contra 22,9 kgfm). No entanto, no uso combinado com o propulsor elétrico, o carro pode atingir 193 cv de potência que, segundo a fabricante, permitem a aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 9,1 segundos, o mesmo desempenho de um Mini Cooper, que é equipado com motor 1.6 de 120 cv, mas pesa 547 kg a menos.

O isolamento acústico também sofreu alterações e está melhor. Ao girar a chave, a ausência de barulho dá a sensação de estarmos a bordo de um veículo totalmente elétrico. O condutor só tem certeza que o carro está ligado por causa do ponteiro do conta-giros, que "dá" sinal de boas-vindas, e o sistema de interação, apelidado pela Ford de SmartGauge, que mostra a carga da bateria e qual propulsor está trabalhando. Durante a condução, o motorista pode medir sua eficiência por um gráfico localizado em uma tela de 4.3 polegadas, no canto esquerdo do quadro de instrumentos. Quanto mais folhas surgem na tela, mais econômica está sendo a viagem.

Ao sair com o veículo, entra em ação apenas o propulsor elétrico, que pode conduzir o carro até os 75 km/h. É o motorista quem dá o aval para o motor a combustão entrar em ação, de acordo com a intensidade da pisada no acelerador. A força na frenagem também influencia diretamente no sistema híbrido do Fusion, já que os freios são regenerativos e recuperam até 94% da energia gasta para recarregar as baterias. A carga é feita também pela energia resultante do processo de combustão do motor a gasolina. Ou seja, dispensa o uso de tomadas.
De acordo com a fabricante, o consumo de combustível do Hybrid é de 18,4 km/l na estrada e 16,4 km/l na cidade. O gasto é 9% inferior ao do Ford Ka 1.0 (19 km/l e 15 km/l) e até 52% menor do que o Fusion convencional, segundo os dados da fabricante. Além do motor elétrico, os números devem ser atribuídos à nova caixa CVT que comanda as trocas do motor elétrico e a combustão de forma eficaz e mais macia, quase imperceptível.

Mesmo com a redução considerável no gasto com combustível, o Fusion Hybrid ainda pesa no bolso. A marca sabe que isso vai pesar na decisão de compra do consumidor e aposta suas fichas em pessoas que pagam qualquer preço por novas tecnologias e empresas que levantam a bandeira da sustentabilidade.

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Fontes:

> http://estadao.br.msn.com/video/default.aspx?cp-documentid=dbc6b579-3d57-48f7-b2a8-7d9e51e3d10d

> http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/11/primeiras-impressoes-ford-fusion-hybrid.html

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

EcoRock: o drywall repaginado!


Você sabe o que é drywall? Mesmo que não saiba, o drywall é um dos maiores responsáveis por gerar CO2 (gás do efeito estufa) no planeta, ficando atrás só de cimento e aço. A produção deste material gera 200 milhões de toneladas de gás carbônico!

O dry wall é uma tecnologia que substitui as vedações internas convencionais (paredes, tetos e revestimentos) de edifícios de quaisquer tipos, consistindo de chapas de gesso aparafusadas em estruturas de perfis de aço galvanizado. (wikipédia)

Mas como sempre tem solução pra tudo, uma empresa já está em ampla produção do produto com material reciclado. É o EcoRock, feito de 85% de subprodutos industriais e totalmente reciclável.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2010/11/ecorock-reforme-sua-casa-sem-gastar-o-meio-ambiente/

Design aliado à sustentabilidade = Móveis biodegradáveis


O designer industrial Emiliano Godoy é conhecido por trabalhar pensando na sustentabilidade. Foi nessa linha que o mexicano fez um sofá, uma lixeira e um biombo biodegradáveis.

As peças são feitas de madeira compensada e, na montagem, amarradas com cordas de algodão. Elas também são estáveis e adaptáveis a irregularidades no solo.

A parte sustentável é que, quando atingirem o final da sua vida útil, pode-se ou enterrar os móveis, que entrarão em um processo de decomposição, ou retirar as linhas de algodão e fazer um objeto completamente novo, de acordo com a imaginação de cada um.

Este é um modo diferente de reaproveitar a mobília que seria jogada em lixões se não fossem as duas opções.

Godoy foi um dos designers eleitos da O2 Magazine dos “50 eco-campiães mais importantes da atualidade”.



Fonte: http://www.pirwi.com/ , http://blog.eco4planet.com/2010/11/designer-cria-mobilia-biodegradavel/#more-9259

Energia "limpa"

O que acontece quando uma fábrica de laticínios chinesa pega o excremento de 60.000 das suas 250.000 vacas e o converte em eletricidade? Eles geram 5,66 megawatts de energia, o suficiente para abastecer, em média, quase 26.000 lares brasileiros.

De acordo com o site Technology Review, a Huishan Dairy criou um conversor de metano mais que dez vezes maior que os conversores comuns. Movido por quatro dos motores da GE (a foto acima mostra um deles), o conversor obtém metano fermentando o estrume da vaca e transformando-o em energia. A PopSci resume bem a ciência por trás do conversor, que envolve processos como hidrodessulfurização e digestão anaeróbica.

Mas o interessante aqui é que o tamanho do conversor pode ser economicamente mais interessante para as grandes fábricas americanas de laticínios. Pelo menos nos EUA, a conversão de metano gera naquele país inteiro apenas 2 megawatts de energia, e só é usado por 1% das fazendas. E considerando que a fábrica na China poderia reduzir suas emissões de carbono em mais de 180.000 toneladas, com certeza quem gosta do meio ambiente vai apoiar.


Fonte: http://gizmodo.com.br/conteudo/fabrica-de-laticinios-chinesa-criou-maior-maquina-do-mundo-para-transformar-estrume-em-energia

Plante árvores com o mouse na mão!


Se você é daqueles que se preocupam com questões socioambientais, mas acha muito trabalhoso pôr em prática medidas que minimizem seus impactos no meio ambiente, ou mesmo não tem tempo para tanto, agora não há mais desculpas para não fazer sua parte: você pode dar sua contribuição através de busca pela internet!

O eco4planet é um portal de tecno-ecologia, como eles mesmo se definem em seu site, que oferece buscas pelo Google. Bom, até aqui não há nenhuma novidade. A grande sacada ambiental do portal é que a cada 50 mil acessos, uma árvore é plantada!

No site existem dois contadores: um que indica o número de árvores plantadas até o momento (atualmente são 385) e outro regressivo, que mostra quantos acessos faltam para que a próxima árvore seja plantada.

Além disso, o site busca ser ecológico até mesmo no seu visual: ele usa a cor preta de fundo para reduzir gastos com energia dos monitores.



Fonte: http://www.eco4planet.com/pt/

Embalagem de DVD substitui o plástico pelo papelão

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100% reciclável, a embalagem não leva plástico - ao contrário das tradicionais/Fotos: Divulgação
Designers da agência londrina Julia criaram um produto capaz de substituir o plástico por materiais mais sustentáveis sem perder a eficiência e utilidade. O cliente foi a produtora de vídeo Nexus, que trocou os cases dos seus DVD’s feitos de plástico por modelos de papelão reciclável.
As embalagens foram inspiradas nas versões originais de plástico, a diferença é que essas utilizam papel 100% reciclável no seu lugar. Outra vantagem do produto é sua multifuncionalidade. Além de case para DVD, o material pode ser utilizado como um envelope.
“Nós queríamos criar alguma coisa muito mais sustentável que a capa tradicional de plástico e tivemos a ideia de uma embalagem de papelão multifuncional 100% reciclável, inspirados na linguagem visual e na funcionalidade das embalagens de transporte”, afirmou o diretor de criação da Nexus, Beccy McCray.
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Além de case para DVD, a embalagem pode ser usada também como envelope
Além de poder ser reciclado, o case não é tão agressivo quanto o semelhante de plástico, que utiliza matérias-primas como o petróleo na sua composição. Além disso, esse material pode levar mais de um século para se decompor, enquanto que a decomposição do papel leva apenas alguns meses.
Apesar das vantagens ambientais, o produto não é tão resistente quanto o feito com plástico, não sendo a melhor opção para quem pretende guardar o DVD por muito tempo. Ainda assim, é uma boa opção para materiais de divulgação ou para os colecionadores mais cuidadosos.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/embalagem-de-dvd-substitui-o-plastico-pelo-papelao

Projeto de reciclagem institui “moeda verde” e arrecada 40 mil garrafas PET

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Em Uberlândia (MG), garrafas PET podem ser trocadas pelos "reciclacards" - usados para comprar utensílios recicláveis/Foto: André Felipe
O conceito de sustentabilidade conhecido como green is green (verde é verde) ganhou fama mundialmente por meio de Jeffrey Immelt, CEO da General Eletric. Em um aspecto macro, o executivo propõe às empresas que invistam em práticas ecologicamente corretas – segundo ele, mais associadas aos lucros financeiros do que se possa imaginar. Mas um projeto implantado na região do Triângulo Mineiro mostra que tal filosofia também tem lugar em modelos mais simples de organização. Nesse caso, as cifras não são milionárias, mas todos saem ganhando.
Sob o nome de Recicla Cerrado, o projeto desenvolvido pelo Instituto Ipê Cultural em parceria com o Duma Auto Posto, na cidade de Uberlândia (MG), já conseguiu arrecadar cerca de 40 mil garrafas PET em apenas dois meses de lançado. No local onde são comercializados combustíveis, também foram recolhidos materiais possíveis de serem reutilizados, a exemplo do papel, metal e vidro. Mas o diferencial da iniciativa é uma “moeda verde” que atende pelo nome de “reciclacard”.
“Cada garrafa PET equivale a um reciclacard. De acordo com a quantidade de pontos contabilizados, as pessoas podem trocá-los por vários produtos, como abajures, pufes, mandalas, vassouras, bolsas, dentre outros, tendo como matéria-prima o plástico da garrafa reciclado”, explicou Antônio Pedro, diretor do Instituto Ipê. Segundo ele, 500 garrafas plásticas são arrecadadas diariamente.
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Vasos de flores são criados a partir de material PET/Foto: Gabrielle Andrade

Artesãos
Mas de onde vem a mão-de-obra dos utensílios trocados pelos reciclacards? A resposta inclui tanto os aterros sanitários como as ruas de Uberlândia. É que há seis meses, o Instituto Ipê Cultural criou a Oficina de Reciclagem, curso com duração de sete meses e carga diária de oito horas, ministrado por Otávio Oliveira, designer da grife Viva Gaia, juntamente com a artista plástica Adriana Honório. O objetivo é capacitar os catadores de materiais recicláveis, a fim de também fazê-los artesãos.
A oficina é realizada na sede da Associação dos Recicladores e Catadores Autônomos (Arca). Alguns dos aspirantes a “artistas do plástico” já deixaram de procurar lixo nas ruas e dedicam-se exclusivamente ao curso. Outros permanecem com o antigo trabalho, mas agora aprendem a desenvolver suas criatividades, além de ganharem conhecimento para, quem sabe, investir em um próprio negócio, tornando-se empreendedores. Eles ganham uma bolsa-auxílio do Instituto Ipê Cultural, para não abandonarem as aulas devido aos custos de alimentação e transporte.
Esta iniciativa conta com o apoio da prefeitura de Uberlândia, Cooperativa dos Catadores do Lixo de Uberlândia (Coru) e da Arca, e atua como extensão do Projeto Animais do Cerrado - conhecido por sua coleção de camisetas desenvolvida sob os conceitos de sustentabilidade e que tem o PET reciclado como matéria-prima.
Ponto de troca: O Duma Auto Posto fica na Rua Tupaciguara, na esquina com a Cesário Alvim, nº 600. Aparecida, Uberlândia (MG).

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/projeto-de-reciclagem-institui-201cmoeda-verde201d

Samsung e Sprint lançam celular reciclável feito com bioplastico de milho

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O aparelho é feito com bioplástico e é 80% reciclável/Fotos: Divulgação
Mais um produto sustentável deve entrar no mercado em breve. É o Reclaim, novo celular da Samsung, em parceria com a Sprint. O aparelho é 80% reciclável e feito de bioplástico de milho.
Para garantir ainda menos impacto ao meio ambiente, a empresa também eliminou os manuais de papel e optou por embalagens feitas com papel reciclado e impressas com tintas a base de óleo.
Para completar, os responsáveis pelo produto anunciaram que a cada aparelho vendido será doada uma quantia de US$2,00 para o programa Adote um Acre, do Nature Conservancy.
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As embalagens são de papel reciclado e não possuem manual
O aparelho oferece diversas funções, como acesso a e-mail, Facebook e YouTube, navegação com GPS e câmera de 2.0 megapixel. Pelo menu do Reclaim também é possível acessar a conteúdos como o Guia Verde, o Glossário Verde da Discovery e o site All Things Green.
A Samsung informou que o aparelho ainda não foi lançado no Brasil e que não há previsão de quando ele será comercializado. A empresa disse ainda que, por enquanto, o celular está sendo produzido apenas da Coréia.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/samsung-e-sprint-lancam-celular-reciclavel-feito