domingo, 23 de maio de 2010

Paperpod Payhouse - Casinha de boneca de papel reciclado

Paperpod Payhouse é perfeito para crianças se envolverem em brincadeiras criativas. Estas casinhas de papel reciclado podem ser decoradas com pintura, colagens, escritas com canetas e lápis de cor. Esta estrutura de diversão é fácil de montar e é possível dobrar, o que torna fácil de guardar após o uso.  
Dimensões: 90 x 78 x 120cm 
Peso por unidade: 6 kg.
Este brinquedo pode ser usado em casa, creches ou na escola.
É excelente para festas infantis! 
Paperpod Playhouses são feitas de papelão ondulado reciclado.

Fonte: http://www.ecoproductsuk.co.uk/listman/listings/l0031.shtml

Paper Potter - Como construir vasos com jornal

Paper Potter é um premiado instrumento de madeira que permite que você faça vasos de mudas a partir de jornais velhos. Os vasos de jornal podem ser plantados diretamente no jardim, pois são biodegradáveis, e as novas raízes vão crescer através do jornal, que com o tempo se decompõem. Paper Potter é simples de usar e ideal para uso de toda a família. As crianças têm muita diversão com este produto e é uma ótima maneira de se envolverem na vida sustentável. Fazer potes de papel é uma opção ecofriendly e que poupa dinheiro também!
 
Como você usa Paper Potter?
 
1. Corte seco jornais em tiras (cerca de 8 centímetros x 57 centímetros);2. Enrole uma tira de jornal (não muito apertada) em torno do Paper Potter e dobre o papel em excesso ao final;3. Pressione e termine dobrando o papel jornal para dar o suporte do Paper Potter, e assim moldar o pote;
4. Remova o pote de papel e encha com adubo.
 
Fonte: http://www.ecoproductsuk.co.uk/listman/listings/l0028.shtml
Expo Shanghai 2010 - Alguns pavilhões

A seguir mostramos as idéias de alguns pavilhões da Expo 2010 que usam o ecodesign para dar idéias mais sustentáveis nas cidades grandes .

Pavilhão da Inglaterra
http://4.bp.blogspot.com/_DDYeJpNSCEI/S8bf1WrmZrI/AAAAAAAACiA/YfmeV4TP5Yc/s1600/dzn_SHANGHAI-EXPO-BY-THOMAS-HEATHERWICK-1.jpg

Chama-se Catedral de Sementes e é composto por uma enorme estrutura em madeira atravessada por 60.000 hastes em fibra óptica, que têm, cada uma, na ponta, sementes de plantas.


Estas varas irão permitir a entrada de luz no pavilhão durante o dia e direccioná-la para fora à noite.

O Pavilhão do Reino Unido na Expo Xangai 2010 expressa a criatividade britânica e as preocupações ambientais. Cumprindo exemplarmente o tema da Expo Shanghai, que é "Better City, Better Life", o pavilhão explora a relação entre a natureza e as cidades. E mostra o bom exemplo que é Londres em termos de zonas verdes, ao invés de criar uma propaganda convencional para o Reino Unido. Afinal Londres é a cidade que tem o Royal Botanic Gardens Kew.
Pavilhão da Dinamarca
http://concursosdeprojeto.files.wordpress.com/2010/05/pav-din-xangai2010-big-01.jpg

Segundo Bjarke Ingels um dos responsáveis pelo design do pavilhão:
“O pavilhão é uma estrutura monolítica em aço pintado de branco, que se mantém com temperaturas amenas, mesmo no verão de Xangai, devido às características de reflexão de calor, do material utilizado. A cobertura é revestida com uma superfície texturizada azul, conhecida nas ciclovias  dinamarquesas. Internamente, o piso é revestido com epoxi, além de trechos de textura azul, por onde passam as bicicletas. O aço da fachada é perfurado em um padrão que reflete os esforços reais da estrutura do pavilhão”.
Ainda segundo Bjarke Ingels, “Sustentabilidade é geralmente mal-interpretada como um conceito que nos leva ao sacrifício ou a soluções e atitudes desconfortáveis e chatas. Se as soluções sustentáveis precisam se tornar competitivas, elas não podem carregar apenas conceitos morais e razões políticas, as soluções têm que ser mais atrativas e desejáveis do que as soluções não sustentáveis. Com o Pavilhão da Dinamarca, procuramos consolidar um conjunto de experiências concretas de como uma cidade sustentável – como Copenhague – pode de fato melhorar a qualidade de vida.”

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Projeto de lei quer pintar telhados de branco em SP

Um vereador de São Paulo apresentou um projeto de lei para pintar os telhados de branco e ajudar no combate ao aquecimento global.
Entre as justificativas, Antonio Goulart aponta a redução no gasto com energia para o resfriamento dos imóveis, pois se as coberturas fossem pintadas de branco, iam refletir mais luz solar e absorver menos calor, pois a maioria deles são escuros e emitem apenas 20% da luz solar.
Seguindo este raciocínio, a campanha One Degree Less afirma que as áreas urbanas, chamadas de ilhas de calor, apresentam cerca de 1ºC a 6° C a mais do que as regiões rurais. Isso é resultado da retenção de radiação da luz solar pelos edifícios e o calor gerado pelo uso de energia elétrica.

Você não conhece a campanha One Degree Less? Assista ao vídeo da campanha:

 

Veja também a matéria da Band sobre esta campanha:



Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/blogarpuro

domingo, 16 de maio de 2010

Nova Embalagem da Puma

A Puma desenvolveu junto com o designer Yves Béhar da fuseproject, uma nova embalagem para o seu tênis. Eles repensaram a maneira como os milhões de pares de sapatos que vende a cada ano são embalados. Menos embalagens significa menos matérias-primas, menor uso de água e energia para produzir, e menos peso para os navios e menos material para ser descartado.



 









A ‘Clever Little Bag’ tem a estrutura formada por uma folha simples de papelão que vem dentro de uma sacola reutilizável. Quando o papelão é fechado, fica uma divisão entre um  tênis e outro protegendo o produto e evitando colocar um papel para essa função.














A embalagem protege cada par de sapatos de danos, desde a fábrica até o consumidor – gerando economia na produção, devido à menor quantidade de material usado, reduzindo o peso durante o transporte e eliminando a necessidade de sacolas de plástico extra.














Essa nova solução eles irão reduzir significativamente a quantidade de resíduos e as emissões de CO2 em comparação às embalagens de produtos tradicionais, tais como caixas de sapatos e sacolinhas plásticas.
Como resultado da redução de 65% de papel eles irão reduzir na produção mais de 60% ao ano  de água, energia e consumo de diesel. Em outras palavras: deixarão de ser consumidos 8.500 toneladas de papel, economia de 20 milhões de megajoules de energia, 1 milhão de litros a menos de óleo diesel usado. Durante o transporte, 500.000 litros de diesel é economizado.
Veja o vídeo:




Lar Doce Lar entrega casa ecológica

No último sábado, 15 de maio, o apresentador Luciano Huck, em seu quadro Lar Doce Lar, reformou a casa de uma família de catadores de lixo em Duque de Caxias, RJ. A casa foi reformada com base nos princípios de Ecodesign, com a economia de recursos. Foram utilizados móveis sustentáveis da Tok Stok, bem como outros procedimentos na construção para a economia de água e luz. O sistema de contrução utilizado foi a construção seca, que não precisa de pedra, areia, tijolo. Ou seja, não gera resíduos na construção. Para aquecimento da água do chuveiro foi utilizada uma serpentina que esquenta a água do chuveiro, conforme a imagem e a explicação abaixo.

1. Em vez de ir direto à ducha, a tubulação leva a água diretamente para uma serpentina ligada a uma placa de alumínio. Esta parte do kit é colocada sobre o ralo;
2. A placa de alumínio é aquecida pela água quente vinda do chuveiro. Não há contato algum entre a água nova e a usada;
3. Em cima da placa de alumínio há um tapete antiderrapante de plástico;
4. Depois de passar pela serpentina, a água, que sai da caixa com uma temperatura média de 20 graus centígrados, chega à ducha a 30 graus. Quando instalado em banheiros já construídos, o tubo que leva a água da serpentina para a ducha fica do lado externo da parede. Se for colocado ainda durante a construção, pode ser embutido.

Também foi instalada uma cisterna para recolher a água da chuva, a fim de aproveitá-la na descarga do vaso sanitário e na irrigação do jardim da casa. Foram utilizadas placas de cimento, que são fabricadas sem amianto, não prejudicando o meio ambiente e a saúde. Foi feita uma unidade de reciclagem ao lado da casa, a fim de que a família possa reciclar e fabricar produtos com o lixo que recolhe das ruas. A família associou-se a uma cooperativa de reciclagem de lixo e aprendeu a fazer produtos com garrafas PET e outros materiais. Tudo isso foi feito com grande economia de recursos monetários e de construção, com o intuito de servir de modelo para outras comunidades do Brasil.

E você, que acha de viver em uma casa ecologicamente correta e gastando menos?

Fonte: *http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI86490-17153,00-EMPREENDEDOR+CRIA+RECICLADOR+DE+ENERGIA+PARA+AQUECER+AGUA+DO+BANHO.html
*http://tvglobo.caldeiraodohuck.globo.com/lardocelar

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Árvores solares de Viena juntam arte e tecnologia

Essas arvores são compostas por "folhas" que contêm um painel fotovoltaico na parte superior e uma lâmpada na parte inferior e foram criadas pelo artista e designer nascido em Cardif, País de Gales, Ross Lovegrove. Este é  um sistema de baterias acumula a energia colectada durante o dia. Quando o Sol se põe, as lâmpadas são acesas automaticamente, provendo iluminação durante toda a noite. 


Barcelona usa sistema subterrâneo para descartar lixo

Em Barcelona, os prédios de apartamentos construídos nas últimas duas décadas já têm o sistema instalado internamente. Os moradores nem precisam mais descer com os sacos até a rua: 70% do lixo na capital da Catalunha já são recolhidos assim. E, em cinco anos, Barcelona inteira não terá mais nenhum caminhão de coleta de lixo circulando pela cidade. Solução subterrânea que ninguém vê, mas com vantagens que, com certeza, todo mundo sente.

Este sistema funciona como o fornecimento de água, gás ou energia elétrica. A tubulação é enterrada embaixo do pavimento das ruas e o custo com o tempo se dilui e acaba sendo igual ou até menor do que o método tradicional de coleta. A ideia nasceu na Vila Olímpica de Barcelona, construída especialmente para os Jogos de 1992. Parecia impossível unir lixo com limpeza e higiene. Mas deu tão certo que virou exemplo para a cidade inteira.

Este é mais um ótimo exemplo de como o design aliado a engenharia pode solucionar um dos nossos maiores problemas atuais: o descarte de lixo.

Assista ao video da reportagem do Jornal da Globo que mostra como funciona este sistema em Barcelona:

domingo, 9 de maio de 2010

Projeto Produtos End-to-End by Walmart Brasil

O WalMart Brasil, através de seu projeto End-to-End, com o apoio do CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagem)/ITAL (Instituto de Tecnologia de Alimentos) desafiou os seus fornecedores a deixarem seus produtos mais sustentáveis, desde a fabricação até o descarte. A parceria ocorre com nove fornecedores do WalMart Brasil - 3M, Cargill, Coca-Cola, Colgate-Palmolive, Johnson & Johnson, Nestlé, Pepsico, Procter & Gamble e Unilever - os quais fizeram melhorias no processo produtivo de alguns de seus produtos. Abaixo seguem exemplos desses produtos, encontrados no site do WalMart Brasil.


Os fornecedores do WalMart Brasil assumiram compromissos com a empresa, como os citados a seguir, retirados da Revista E2E, no site da empresa.

Amazônia 
- Não participar do financiamento, uso, distribuição, comercialização e consumo de produtos pecuários que tenham qualquer ilegalidade em sua cadeia, principalmente desmatamento e trabalho análogo ao escravo;
- Plano de auditoria independente e de reconhecimento internacional que assegure que os produtos comercializados pelo Walmart não são procedentes de áreas de devastação da Amazônia;
- Promover o financiamento, produção, uso, comercialização e consumo de madeiras e produtos florestais com certificação de origem sustentável;
- Estabelecer restrições ao financiamento, produção, uso, distribuição e consumo de grãos de soja (in natura ou processado) que tenham origem em áreas de desmatamento ilegal na Amazônia;
- Estabelecer restrições comerciais às empresas e/ou pessoas identificadas em sua cadeia produtiva que se utilizem de condições degradantes de trabalho associadas a práticas que caracterizem escravidão.
 
Produtos 
- Aumentar o número de produtos mais sustentáveis disponíveis ao consumidor;
- Reduzir em 70% a presença de fosfato em detergentes e sabão em pó até 2013;
- Oferecer produtos de lavanderia, no mínimo, 2X mais concentrados até 2012;
- Oferecer pelo menos 1 produto orgânico por categoria de alimentos até 2012;
- Estimular as vendas de produtos com diferencial em sustentabilidade;
- Apoiar e estimular o desenvolvimento de produtos de ciclo fechado;
- Produtos de Marca Própria do Walmart Brasil devem liderar pelo exemplo em sustentabilidade.

Clima e Energia 
- Ser 100% abastecido por energia renovável;
- Reduzir a emissão de gases de efeito estufa em 20% em lojas existentes até 2012;
- Inaugurar protótipos de lojas que são de 25% a 30% mais eficientes em energia e que reduzam em 30% as emissões de gases de efeito-estufa.

Resíduos
- Implantar o Programa Impacto Zero em todas as unidades do Walmart Brasil;
- Reduzir embalagens em 5% em toda a cadeia de abastecimento até 2013;
- Implantar o “Sistema de Indicadores de Embalagem” até 2009;
- Reduzir o consumo de sacolas plásticas em 50% até 2013.

Fonte: http://www.walmartbrasil.com.br/e2e/; http://www.walmartbrasil.com.br/e2e/pdf/Revista_E2E_final_PDF_de_tela.pdf

A importância da Avaliação do Ciclo de Vida (ACV)

A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) - ou Life Cycle Assessment (LCA), em inglês - é uma ferramenta que permite avaliar o impacto ambiental potencial associado a um produto ou atividade durante seu ciclo de vida. Além disso, a ACV também permite identificar quais etapas do ciclo de vida de um processo ou produto causam maior impacto ambiental. A utilização da ACV no planejamento produtivo permite avaliar a implementação de melhorias ou alternativas para produtos, processos ou serviços, de modo a diminuir os malefícios ao meio ambiente. Declarações ambientais sobre um produto podem basear-se em estudos de ACV e na integração de aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento de produtos (ecodesign).
A ACV avalia os aspectos ambientais e os impactos potenciais associados ao ciclo de vida de um produto, isto é, desde a extração dos recursos naturais até o uso e descarte do produto, como mostra a figura abaixo.


A ACV permite o gerenciamento e preservação dos recursos naturais; a identificação dos pontos críticos de um determinado processo/produto; otimização dos sistemas de produtos; desenvlovimento de novos serviços e produtos; otimização de sistemas de reciclagem mecânica e/ou energética; definição de parâmetros para atribuição de rótulo ambiental a um determinado produto. Ou seja, a ACV permite o desenvolvimento e melhoria de produtos, bem como de políticas públicas, no momento em que há a preocupação com o destino final do produto, quando este se torna "inútil" ao usuário final.

E você, o que pensa da ACV? Ela é importante? As empresas devem se preocupar com o ciclo de vida de seus produtos?

Adaptado do livro Avaliação do Ciclo de Vida como Instrumento de Gestão, em http://www.cetea.ital.org.br/figs/ACV_como_Instrumento_de_Gestao-CETEA.pdf

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Expo Shangai 2010



Reportagem do Jornal Hoje do dia primeiro de maio. As ideias apresentadas na Expo têm a intenção de serem colocadas em prática em 2030. E você usaria o carro ecologicamente sustentável?

domingo, 2 de maio de 2010

6 ideias para uma casa ecológica


Casa com conceitos da arquitetura verde, em Sorocaba, no interior paulista

Por Monica Weinberg - Revista Veja (06/06/2007)

lar verde lar
6 idéias para uma casa ecológica
A primeira vista, a casa abaixo parece comum, mas no Brasil existem ainda poucas como ela. Trata-se de uma construção que obedece aos preceitos da nova arquitetura verde. Seu objetivo é causar o mínimo possível de prejuízos ao meio ambiente
Por Monica Weinberg
Revista Veja - 06/06/2007
É um conceito do século XXI, a era do aquecimento global, em que a questão ambiental deixou de estar circunscrita às rodas de ecologistas para ocupar as pranchetas de arquitetos em países da Europa e nos Estados Unidos - e preocupar gente como a matemática paulista Cecília Bugan.
Ela e o marido gastaram 40% do orçamento destinado à obra de sua casa em Sorocaba, a 90
quilômetros de São Paulo, para fazê-la segundo o figurino ecologicamente correto - até os tijolos lá seguem o padrão verde.
Especialistas ouvidos por VEJA avaliaram em detalhes seis das medidas adotadas nesse caso.Eles afirmam que nem sempre é preciso gastar muito para aplicar em casa soluções mais amigáveis ao meio ambiente - em alguns casos, uma decisão ecológica pode até representar economia ao bolso.
1. TIJOLO DE SOLO-CIMENTO
Por que é ecológico: seca ao sol - sem precisar ir ao forno a lenha. Numa casa como a de Cecília, a opção por esse tipo de tijolo poupou a queima de sessenta árvores
Quanto custa*: 380 reais (1 000 tijolos), o dobro do preço da versão comum
Comentário dos especialistas: vale a pena investir no tijolo ecológico. Como dispensa acabamento com massa corrida, na ponta do lápis não onera em nada o orçamento da obra
2. MADEIRA COM CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM
Por que é ecológica: vem com um selo que atesta que a madeira foi extraída sem degradar
o solo nem o ambiente de onde foi retirada
Quanto custa*: 2 500 reais (o ipê, por metro cúbico) - 15% mais cara do que a mesma madeira sem a certificação
Comentário dos especialistas: circula a idéia de que a madeira ecológica tem melhor qualidade, mas não é verdade. Sua única diferença para as outras está no processo de extração
3. SISTEMA DE ENERGIA SOLAR PARA AQUECER A ÁGUA
Por que é ecológico: com essa "miniusina" caseira gasta-se 30% menos energia elétrica
Quanto custa*: 5 000 reais
Comentário dos especialistas: com a economia na conta de luz, o investimento se paga em dois anos. Uma ressalva: o sistema não dá conta das baixas temperaturas, quando é necessário recorrer ao aquecimento elétrico
4. SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA
Por que é ecológico
: numa região chuvosa, como Sorocaba, a metade da água necessária
à família vem desse sistema
Quanto custa*: 2 500 reais (para uma casa de 100 metros quadrados)
Comentário dos especialistas: compensa investir no sistema. Além de ajudar a economizar
na conta, é garantia de abastecimento de água para o futuro, quando esse pode se tornar um
item mais escasso - e caro
5. ESTAÇÃO DOMÉSTICA DE TRATAMENTO DE ESGOTO
Por que é ecológica: permite reaproveitar a água para tarefas do dia-a-dia, como a limpeza
da casa (como não fica 100% limpa, deve-se evitar usá-la no banho ou para beber)
Quanto custa*: 6 000 reais
Comentário dos especialistas: na comparação com o sistema de captação de água da chuva, é mais caro e de uso mais restrito - se for escolher entre os dois, fique com o outro
6. LÂMPADA FLUORESCENTE
Por que é ecológica
: consome 80% menos energia do que uma lâmpada incandescente e dura dez vezes mais
Quanto custa*: 15 reais (a de 20 watts) - seis vezes mais do que as lâmpadas comuns Comentário dos especialistas: compensa por ter vida útil infinitamente mais longa do que a das lâmpadas convencionais - e ainda poupar energia

A PALAVRA DE QUEM TESTOU
A matemática Cecília Bugan conta dois segredos de sua casa ecológica. Fala ainda sobre dois de seus sonhos de consumo "verdes" - eles ficaram de fora do projeto original por serem caros demais.
O que funcionou em Sorocaba
- As telhas à base de embalagens de leite recicladas (do tipo Tetra Pak). São ainda 10% mais baratas do que as de tijolo comum. Cecília faz apenas uma ressalva: como o acabamento é mais "grosseiro", melhor fazer uso dessa alternativa apenas para o forro do telhado
- Uma gigantesca paineira encravada no meio do terreno. Durante o verão, sua sombra proporciona à sala temperatura mais amena
Extravagancias que ficaram de fora
 - Painéis de energia solar do tipo "fotovoltaico", capazes de abastecer a casa inteira de luz. Custariam 17 000 reais, no caso de Cecília
- Cano de propileno,  um plástico mais leve cuja fórmula leva menos petróleo. Sai por 14 reais
(com capacidade para 20 ml), o dobro do preço do cano comum
*Preços médios 

Lar Verde Lar
É um conceito do século XXI, a era do aquecimento global, em que a questão ambiental deixou de estar circunscrita às rodas de ecologistas para ocupar as pranchetas de arquitetos em países da Europa e nos Estados Unidos - e preocupar gente como a matemática paulista Cecília Bugan.
Ela e o marido gastaram 40% do orçamento destinado à obra de sua casa em Sorocaba, a 90
quilômetros de São Paulo, para fazê-la segundo o figurino ecologicamente correto - até os tijolos lá seguem o padrão verde.
Especialistas ouvidos por VEJA avaliaram em detalhes seis das medidas adotadas nesse caso.Eles afirmam que nem sempre é preciso gastar muito para aplicar em casa soluções mais amigáveis ao meio ambiente - em alguns casos, uma decisão ecológica pode até representar economia ao bolso.
1. TIJOLO DE SOLO-CIMENTO
Por que é ecológico: seca ao sol - sem precisar ir ao forno a lenha. Numa casa como a de Cecília, a opção por esse tipo de tijolo poupou a queima de sessenta árvores
Quanto custa*: 380 reais (1 000 tijolos), o dobro do preço da versão comum
Comentário dos especialistas: vale a pena investir no tijolo ecológico. Como dispensa acabamento com massa corrida, na ponta do lápis não onera em nada o orçamento da obra
2. MADEIRA COM CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM
Por que é ecológica: vem com um selo que atesta que a madeira foi extraída sem degradar
o solo nem o ambiente de onde foi retirada
Quanto custa*: 2 500 reais (o ipê, por metro cúbico) - 15% mais cara do que a mesma madeira sem a certificação
Comentário dos especialistas: circula a idéia de que a madeira ecológica tem melhor qualidade, mas não é verdade. Sua única diferença para as outras está no processo de extração
3. SISTEMA DE ENERGIA SOLAR PARA AQUECER A ÁGUA
Por que é ecológico: com essa "miniusina" caseira gasta-se 30% menos energia elétrica
Quanto custa*: 5 000 reais
Comentário dos especialistas: com a economia na conta de luz, o investimento se paga em dois anos. Uma ressalva: o sistema não dá conta das baixas temperaturas, quando é necessário recorrer ao aquecimento elétrico
4. SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA
Por que é ecológico
: numa região chuvosa, como Sorocaba, a metade da água necessária
à família vem desse sistema
Quanto custa*: 2 500 reais (para uma casa de 100 metros quadrados)
Comentário dos especialistas: compensa investir no sistema. Além de ajudar a economizar
na conta, é garantia de abastecimento de água para o futuro, quando esse pode se tornar um
item mais escasso - e caro
5. ESTAÇÃO DOMÉSTICA DE TRATAMENTO DE ESGOTO
Por que é ecológica: permite reaproveitar a água para tarefas do dia-a-dia, como a limpeza
da casa (como não fica 100% limpa, deve-se evitar usá-la no banho ou para beber)
Quanto custa*: 6 000 reais
Comentário dos especialistas: na comparação com o sistema de captação de água da chuva, é mais caro e de uso mais restrito - se for escolher entre os dois, fique com o outro
6. LÂMPADA FLUORESCENTE
Por que é ecológica
: consome 80% menos energia do que uma lâmpada incandescente e dura dez vezes mais
Quanto custa*: 15 reais (a de 20 watts) - seis vezes mais do que as lâmpadas comuns Comentário dos especialistas: compensa por ter vida útil infinitamente mais longa do que a das lâmpadas convencionais - e ainda poupar energia

A PALAVRA DE QUEM TESTOU
A matemática Cecília Bugan conta dois segredos de sua casa ecológica. Fala ainda sobre dois de seus sonhos de consumo "verdes" - eles ficaram de fora do projeto original por serem caros demais.
O que funcionou em Sorocaba
- As telhas à base de embalagens de leite recicladas (do tipo Tetra Pak). São ainda 10% mais baratas do que as de tijolo comum. Cecília faz apenas uma ressalva: como o acabamento é mais "grosseiro", melhor fazer uso dessa alternativa apenas para o forro do telhado
- Uma gigantesca paineira encravada no meio do terreno. Durante o verão, sua sombra proporciona à sala temperatura mais amena
Extravagancias que ficaram de fora
 - Painéis de energia solar do tipo "fotovoltaico", capazes de abastecer a casa inteira de luz. Custariam 17 000 reais, no caso de Cecília
- Cano de propileno,  um plástico mais leve cuja fórmula leva menos petróleo. Sai por 14 reais
(com capacidade para 20 ml), o dobro do preço do cano comum
*Preços médios 
É um conceito do século XXI, a era do aquecimento global, em que a questão ambiental deixou de estar circunscrita às rodas de ecologistas para ocupar as pranchetas de arquitetos em países da Europa e nos Estados Unidos - e preocupar gente como a matemática paulista Cecília Bugan. Ela e o marido gastaram 40% do orçamento destinado à obra de sua casa em Sorocaba, a 90 quilômetros de São Paulo, para fazê-la segundo o figurino ecologicamente correto - até os tijolos lá seguem o padrão verde.
Especialistas ouvidos por VEJA avaliaram em detalhes seis das medidas adotadas nesse caso. Eles afirmam que nem sempre é preciso gastar muito para aplicar em casa soluções mais amigáveis ao meio ambiente - em alguns casos, uma decisão ecológica pode até representar economia ao bolso.

1. TIJOLO DE SOLO-CIMENTO
Por que é ecológico: seca ao sol - sem precisar ir ao forno a lenha. Numa casa como a de Cecília, a opção por esse tipo de tijolo poupou a queima de sessenta árvores  

Quanto custa*: 380 reais (1.000 tijolos), o dobro do preço da versão comum
Comentário dos especialistas: vale a pena investir no tijolo ecológico. Como dispensa acabamento com massa corrida, na ponta do lápis não onera em nada o orçamento da obra

2. MADEIRA COM CERTIFICAÇÃO DE ORIGEM
Por que é ecológica: vem com um selo que atesta que a madeira foi extraída sem degradar o solo nem o ambiente de onde foi retirada

Quanto custa*: 2.500 reais (o ipê, por metro cúbico) - 15% mais cara do que a mesma madeira sem a certificação
Comentário dos especialistas: circula a idéia de que a madeira ecológica tem melhor qualidade, mas não é verdade. Sua única diferença para as outras está no processo de extração

3. SISTEMA DE ENERGIA SOLAR PARA AQUECER A ÁGUA
Por que é ecológico: com essa "miniusina" caseira gasta-se 30% menos energia elétrica

Quanto custa*: 5.000 reais
Comentário dos especialistas: com a economia na conta de luz, o investimento se paga em dois anos. Uma ressalva: o sistema não dá conta das baixas temperaturas, quando é necessário recorrer ao aquecimento elétrico

4. SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA
Por que é ecológico
: numa região chuvosa, como Sorocaba, a metade da água necessária
à família vem desse sistema
Quanto custa*: 2.500 reais (para uma casa de 100 metros quadrados)
Comentário dos especialistas: compensa investir no sistema. Além de ajudar a economizar
na conta, é garantia de abastecimento de água para o futuro, quando esse pode se tornar um item mais escasso - e caro

5. ESTAÇÃO DOMÉSTICA DE TRATAMENTO DE ESGOTO
Por que é ecológica: permite reaproveitar a água para tarefas do dia-a-dia, como a limpeza da casa (como não fica 100% limpa, deve-se evitar usá-la no banho ou para beber)
Quanto custa*: 6.000 reais
Comentário dos especialistas: na comparação com o sistema de captação de água da chuva, é mais caro e de uso mais restrito - se for escolher entre os dois, fique com o outro

6. LÂMPADA FLUORESCENTE
Por que é ecológica
: consome 80% menos energia do que uma lâmpada incandescente e dura dez vezes mais
Quanto custa*: 15 reais (a de 20 watts) - seis vezes mais do que as lâmpadas comuns

Comentário dos especialistas: compensa por ter vida útil infinitamente mais longa do que a das lâmpadas convencionais - e ainda poupar energia

A PALAVRA DE QUEM TESTOU
A matemática Cecília Bugan conta dois segredos de sua casa ecológica. Fala ainda sobre dois de seus sonhos de consumo "verdes" - eles ficaram de fora do projeto original por serem caros demais.
O que funcionou em Sorocaba
- As telhas à base de embalagens de leite recicladas (do tipo Tetra Pak). São ainda 10% mais baratas do que as de tijolo comum. Cecília faz apenas uma ressalva: como o acabamento é mais "grosseiro", melhor fazer uso dessa alternativa apenas para o forro do telhado
- Uma gigantesca paineira encravada no meio do terreno. Durante o verão, sua sombra proporciona à sala temperatura mais amena
Extravagâncias que ficaram de fora
 - Painéis de energia solar do tipo "fotovoltaico", capazes de abastecer a casa inteira de luz. Custariam 17.000 reais, no caso de Cecília
- Cano de propileno,  um plástico mais leve cuja fórmula leva menos petróleo. Sai por 14 reais (com capacidade para 20 ml), o dobro do preço do cano comum 


*Preços médios

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/casa/conteudo_235401.shtml

Resultado enquete Ecodesign Trends

A enquete realizada pelo nosso blog, finalizada no último 30 de Abril, cuja questão era "Você consome produtos feitos de materiais reciclados?" teve a participação de 22 respondentes. Os resultados demonstram que 77% (17 respondentes) afirmam consumir produtos fabricados com materiais reciclados, enquanto 23% (5 respondentes) afirmam não consumi-los.

A todos que participaram muito obrigada! Sua opinião foi muito importante. Em breve teremos mais enquetes para vocês participarem.
 
Sim
  17 (77%)
 
Não
  5 (22%)
 

Votos até o momento: 22
Enquete encerrada

A família de Ecoprodutos da Philips

A Philips tem uma família de ecoprodutos, a Green Flagships, a qual foca em cinco quesitos (as chamadas Green Focal Areas) na criação dos mesmos: peso, uso de substâncias tóxicas, consumo de energia, reciclagem e descarte final, e embalagem. A produção de lâmpadas tem mais um quesito levado em consideração, o tempo de vida útil.
Para ser considerado um Green Flagship, o produto deve ser aprovado em pelo menos duas Green Focal Areas. A empresa estabeleceu como compromisso que cada divisão de produto crie pelo menos um produto Green Flagship por ano. Em 2004, foram lançados 21 produtos Green Flagship, como o Ultra-Som Amigável-iU22, o qual é 22% mais leve que seu antecessor e usa 82% menos mercúrio em sua composição. Além disso, reduz em 37% o consumo de energia, usa 20% menos embalagem e 30% de seu peso total é feito de material reciclável. Em 2005, o portfólio destes produtos aumentou para 50 lançamentos no mercado mundial. As categorias dos produtos Green Flagship são Sistemas Médicos, Aparelhos Domésticos e Cuidados Pessoais, Relaxamento e Revitalização, Eletrônicos de Consumo, Qualidade da Imagem, Iluminação, Iluminação Focada, e Integração e Inovação.


Acima, imagem da linha de lâmpadas Eco MASTER, que recebeu selo verde em 2006, passando para a família de produtos Green Flagship

Fonte: http://www.sustentabilidade.philips.com.br/ecodesign.htm